Frase de Tereza Lima
Minha Casa Abraço Assim! Um jardim de paz e de cor, Onde a alma pode repousar Em cada canto, um poema, Em cada olhar, um beijo. A casa dos meus sonhos, É onde mora o meu desejo.
No pensador.ai desde
Minha Casa Abraço Assim! Um jardim de paz e de cor, Onde a alma pode repousar Em cada canto, um poema, Em cada olhar, um beijo. A casa dos meus sonhos, É onde mora o meu desejo.
No pensador.ai desde
Chão de Estrelas: Olho o firmamento, Em noites de lua cheia
Chão de Estrelas: Olho o firmamento, Em noites de lua cheia No clarão luzindo Bordando o céu. A beleza majestosa Daquelas luzes efêmeras Que n'alma clareia. São estrelas faiscantes, Mostrando seu explendor Afagando e inspirando A alma dos poetas. Afastando as angústias Regando os corações Inspirados nos sons da Noite. Vestindo de mistérios e Alegrias, Na espera do amanhecer, Alegrando a vida, Com seus mágicos raios. As luzes que florescem, Os campos, e vales, Com cores Predominantes, A luz do " Rei Sol".
Meu amor, Plantaste-te em meu ser Na plenitude dos dias.
Meu amor, Plantaste-te em meu ser Na plenitude dos dias. És o luar que me fascina As estrelas que brilham Nos sonhos de minhas fantasias. A poesia que me inspira, A alvorada das manhãs A natureza que encanta-me. Desenho-te nas nuvens Brancas, Oico tua voz, na chuva que escore em meu corpo. A paz, brandura que sempre busquei. O vento que conduz seu cheiro. És meu por do Sol.
Inspiro-me... Nas manhans em brumas, das tardes de sois carmesins,
Inspiro-me... Nas manhans em brumas, das tardes de sois carmesins, por trás de nuvens brancas. Olhos que me vêem, e pedem amor, na espectativa da paz, esperada de esperanças. Quiçá! No profundo silêncio, da morna noite misterosa. Procuro-te: em sua árdua ausência! A meu marido (memória)
Na praia de areias alvas Vejo passar o desbravador Vendendo suas castanhas
Na praia de areias alvas Vejo passar o desbravador Vendendo suas castanhas Feliz. Ahh! Que homem trabalhador, Semblante simples e meigo, É um batalhador. Sempre usa uma viseira, Cobrindo a testa de ferro Pois carrega de lembrança O sinal na sombrancelha. Um certo cabra da peste, Deve ser parente de lampião, Separou uma em duas, A marca de uma senda. Gosto de me inspirar no peão, Neste momento fico rindo Em cima do muro de nossa casa, __ha algo encrespado e encaracolado, Diz ze-borracheiro Que o desgarrado vendedor, Já morou por aqui. .