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Frase de Pablo Massolar

Quando acabam-se as palavras, findam-se as rimas, vão-se embora as poesias, apaga-se a luz e cai forte a tempestade. Quando a voz enrouquece, seca-se a garganta, teme-se o dia, cai a lágrima contida e aperta o coração. Quando o cansaço vence, a fome aparece, o frio castiga, a saudade cresce, o peso não se dilui e a solidão é a companhia mais próxima. Lembro do teu sorriso, dos teus olhos meus, do abraço na alma, do conselho com voz doce é o descanso no teu seio. Sinto de volta a esperança, a alegria alargada, o susto de paz e o aconchego de bem. Surgem novos motivos, outros caminhos, o sol reaparece e a alma vive de novo. Nosso encontro vence o cansaço, exerce o perdão, aquece o frio, mata a fome e deixa a vida mais leve. A poesia se reinventa, a palavra faz do verso prosa. A rima desabrocha em rosa. Só a palavra que não consegue ainda dizer tudo. Certamente nunca, de fato, dirá. Lembrar do teu beijo, do teu jeito, do teu amor dengoso, do descanso de tudo e ao mesmo tempo caminho pra tudo, faz valer a pena a noite mal dormida, a escolha partida, a decisão tomada para e pelo outro. Se dizer isto não diz tudo, fica a presença marcada de tudo o que fazemos juntos e que dizem todas as coisas das quais não sabemos falar. Eu em você, você em mim. Eterno retorno para os detalhes mais simples, mais vivos, mais mansos e mais apaixonadamente intensos de querer ficar para sempre unido a você. De paz e bondade foi feito o nosso amor que é só nosso. E neste encontro, Encanto é o teu nome. Poesia a minha graça. Musa inspiradora dos meus versos, seja sempre sim o nosso repouso. Seja sempre sim o se deixar abrasar. Seja sempre sim o nosso mundo sem paredes. Liberdade acorrentante de esperança de amor. Assim é este bem de amar você.

Pablo Massolar

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Pensador.com

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Outras frases de Pablo Massolar

Condena-me de amor viver morrendo! À sentença justa da prisão perpétua nos teus braços. Priva-me da liberdade de outros beijos escolher além dos teus,
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Condena-me de amor viver morrendo! À sentença justa da prisão perpétua nos teus braços. Priva-me da liberdade de outros beijos escolher além dos teus, gradeando minha alma desta liberdade de amar você. Algema de almas gêmeas, gemidas de querer. Água doce de quem tem sede, de quem não cede, de quem espera matar a sede nestes teus beijos caudalosos. Condena-me de beijar viver sedento! À sentença doce desta sua água de beijar. Amada mulher iluminada, aqui também canto teu nome. Em versos livres na prisão da liberdade, de querer ficar mais um dia, mais uma vida, mais um verso nessa vida de amar tão livremente.

Invoco-te amor, por não saber-te em outro nome. Na alegria de amá-la descobri-me longe. Então o teu amor fez-me perto, menino e homem.
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Invoco-te amor, por não saber-te em outro nome. Na alegria de amá-la descobri-me longe. Então o teu amor fez-me perto, menino e homem. Que outro nome teria o teu amor? Promessa? Amparo? Vida? Entrega? Alma? Poesia? "Luz", quase diz o teu nome. "Mulher", te defines pela metade. Mas metade não nos invoca em nada, pois somos em todo um do outro. Metade não encontra lugar neste amor de dois inteiros numa só carne, numa só alma. Amo-te, por fim, declamando nossos beijos mudos, para dizer-te toda. Toda tu és minha e, eu, todo somente teu.

Certas palavras incertas me escapolem às vezes E de tão incertas, machucam. Machucam depois de serem ditas. Mal-ditas!
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Certas palavras incertas me escapolem às vezes E de tão incertas, machucam. Machucam depois de serem ditas. Mal-ditas! Se machucassem antes, nunca seriam ditas. Pedir perdão, certamente não apaga a incerteza de tais palavras. Desfaz o dito mal-dito? Não! Palavras lançadas nunca voltam vazias. Para o bem e para o mau é sempre assim. Depois de mal-ditas ferem quem lança e quem as acolhe. Eu queria não ter dito algumas palavras que disse, Eu desejaria não tê-las mal-ditas, Mas, eu as mal-disse e agora dói. Muito... Mais triste que doer em mim, é saber que doem em quem amo. Não peço que finja não sentir dor. Não peço que reconsidere o que eu mal-disse. Não peço que pense que eu não as mal-disse. Lembre que palavras mal-ditas nem sempre são ditas com verdade. Às vezes são mal-ditas só por causa da dor, do sufoco, do terror, do momento. Lembre que também existem palavras bem-ditas. Estas sim, são ditas em amor, exalando o perfume da verdade e da bondade. Do querer bem... É com elas e por elas que suportamos as palavras mal-ditas. É com elas que se curam as dores-fortes-lembranças das palavras mal-ditas. É por elas que desejamos ficar e não partir. É por elas que superamos e não sucumbimos. Eu prefiro bem-dizer coisas de amor ao meu amor do que mal-dizer queixas e interjeições. Nem sempre consigo ser/fazer o que quero, é verdade! A única coisa que peço é: continue crendo, amando e caminhando comigo. Juro que saberei fazer o mesmo Quando for minha hora de lembrar Das tuas palavras bem-ditas ao invés das mal-ditas. Se alguma dúvida sobre o meu amor por você persistir teimosamente, Lembre-se que bem-digo nosso amor por promessa e querer. Bem-dito, bem-proclamado e curtido seja o nosso amor para sempre!

Como não amar você, quando meus olhos só querem os teus? Como não sonhar acordado, se tua pele é o que me faz querer? Como não viver ao teu lado, se ao teu lado estou mais vivo do que sempre?
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Como não amar você, quando meus olhos só querem os teus? Como não sonhar acordado, se tua pele é o que me faz querer? Como não viver ao teu lado, se ao teu lado estou mais vivo do que sempre? Como não querer, se sinto teu toque mesmo ao longe? Como não ser eternamente apaixonado, se em você encontrei o amor? Como não ser só teu, se sem você nunca fui meu? Como não me transformar em poeta, se só sei o ser plenamente para você? Como não te desejar, de todos os jeitos, se não existo sem teus beijos? Como não insistir, se desistir é desalento, é loucura? Como não esperar, se esperando ouço o doce da tua voz? Como não suspirar, se tão linda te vejo todas as noites? Como não te despertar, se despertando-te estão todos os meus amores? Como não te convidar, se de amor e amores construímos nossos castelos? Como não abraçar, se assim abraça minha alma? Como não beijar, se por teus lábios fui encantado? Como não brincar de ser feliz, se ao te amar faço-me feliz de verdade? Como não ser..., se não sendo não consigo ser sem você?