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Frase de ALMEIDA Jardson Araújo

Sun and Moon "O Sol diz à Lua que a abraçará nos dias mais quentes, enquanto vida houver. Que Ela não se entristeça, pois só assim viverão sempre juntos, mesmo sem íntima aproximação. Que venham os eclipses!"

ALMEIDA Jardson Araújo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de ALMEIDA Jardson Araújo

Com você o tempo passa claramente por mim e não o percebo. Com você o que era para ser tão só mais um, torna-se um tão mais belo e intenso viver cheio de sonhos e de olhares e de beijos e de toques e de abraços e de sussurros e de apertos e de cheiro e de alegria... e de viver!
Certas Coisas “Quem me dera eu poder saber lidar com certas coisas da vida, Poder saber de onde vêm e para aonde vão meu sentido e desejo de viver.
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Certas Coisas “Quem me dera eu poder saber lidar com certas coisas da vida, Poder saber de onde vêm e para aonde vão meu sentido e desejo de viver. São tantas dúvidas. São tantos medos e receios. Queria eu suprir toda necessidade de conhecimento que há em mim. Queria eu saber responder a mim minhas dúvidas; perder todos os medos e Esquecer todos os receios, sem precisar suplicar à vida que me abra suas próprias Portas e que me livre da indecisão. Assim como este ser que te suplica, todos os demais erram e arrependem-se, ás vezes. Sim, arrependo-me hoje do que fiz em outrora, pois sei o que fiz, sei do que fui capaz e Até onde meus desejos e vontades me levaram, sem se importar se haveria outra chance Para mudar tudo, e, hoje, sabendo que não há, Mais uma vez imploro-te, ó, vida: - ‘Clareia-me o pensamento. Bate-me neste rosto, Arregala-me os olhos para que meu coração sinta e possa levar-me aonde meu suposto Destino me espera!’.” Às 22h58min, quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Um ano de coisas momentâneas Um ano de coisas momentâneas, está sendo este... Um ano sem conquistas, sem grandes vitórias.
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Um ano de coisas momentâneas Um ano de coisas momentâneas, está sendo este... Um ano sem conquistas, sem grandes vitórias. Felicidade em forma de flash. Errei. ‘Pequei’ contra minha natureza. E cada dia me lembrava dos meus valores, sonhos – e queria sê-los, ir mais além dos meus limites e torná-los mais do que simples sonhos. Descobri grandes certezas e esqueci-as em horas que não deveria tê-las deixado longe de minha memória, minha fraca memória. Fiz o que em certo momento quis, mas e depois? Nada mais importante do que uma sã consciência. Será que há arrependimento? Este talvez seja uma forma de redimir os erros, mas verdade é que insisto em querer, novamente, fazer tudo à minha maneira. Não preciso de tanta inconstância presa em meus desejos, não mesmo! E as dúvidas? Elas ainda estão aqui em mim. Por quê?! Será mesmo necessário mais do mesmo? Não desejo repetir a dose. Apesar dos pesares; de tanto errar, sofrer, lastimar e arrepender-me: cresci interiormente e aprendi que nada, nada mesmo, sobre a vida, ainda sei.