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Frase de Poeta Sidarta da Silva Martins

Uma Mulher de Valor Este texto é uma homenagem à Professora Maria Ângela Pimentel Mangeon Elias , uma mulher especial, que encanta a todos com sua graça, sua vitalidade, sua força de vontade e sua determinação em construir um mundo melhor, e, principalmente, em nos mostrar, a cada dia, e em todos os dias de sua existência, que isso é possível. Parabéns à nossa querida Professora neste dia em que completa mais um ano de encantadora existência. Uma mulher de valor Não é aquela que só nasceu para ser mãe Ou irmã, ou companheira, ou amante, ou educadora Uma mulher de valor tem tudo isso em sua bagagem E mais outro tanto, guardado em seu coração Em um coração que, normalmente, não pulsa Deixa, com serenidade, o sangue fluir Indo e voltando, como um rio (Grande ou pequeno, afinal, todos os rios são iguais) Como um rio que vai e volta... Vai e volta...Sempre volta, na sua forma de voltar E sempre tem serenidade em suas águas Embora, por vezes, suas aguas pareçam revoltas Uma mulher de valor é assim, uma mistura perfeita Um amálgama entre o humano e o divino Entre o santo e o não santo, entre o espírito e a matéria Uma mulher de valor é atraente, naturalmente Não precisa de subterfúgios, não precisa de salamaleques Naturalmente se apresenta, e naturalmente encanta Vive naturalmente, compreendendo que a vida é uma passagem Só uma passagem, uma ponte, entre o hoje e o amanhã... Não vive o passado, não olha para trás, não se distrai Segue em frente, sempre em frente, nada a detêm, nada! E leva consigo todos que querem atravessar a ponte Todos que querem conhecer o futuro Todos que querem estar ao seu lado neste futuro Uma mulher de valor... Encanta-se com cada novo dia, com o nascer da aurora Louva a cada novo dia, encanta-se com a vida, com as flores E com os inúmeros jardins da vida, aqui e acolá Encanta-se tanto que chega a fazer parte deles Tornando-se uma flor, tornando-se uma flor-mulher De um valor inestimável, de um encanto contagiante De suave perfume...Tornando-se mulher! Meiga, angelical, doce, próxima, parte de cada um de nós E nós todos a amamos, como amamos tudo que é belo, divino Nós a amamos, muito e muito! Afinal, o valor está em toda mulher, não é mesmo? Em cada uma com suas particularidades E nesta, em especial...Ela é especial! ....

Poeta Sidarta da Silva Martins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Poeta Sidarta da Silva Martins

Ode à amizade: Reflexões de um poeta desajeitado Em um final de semana inspirado, olhando uma foto de família, observando a Gina com as pequenas, revendo um comentário (no facebook) da Rosemary, de doce lembrança, reflito sobre a imensa alegria de poder compartilhar minha existê…
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Ode à amizade: Reflexões de um poeta desajeitado Em um final de semana inspirado, olhando uma foto de família, observando a Gina com as pequenas, revendo um comentário (no facebook) da Rosemary, de doce lembrança, reflito sobre a imensa alegria de poder compartilhar minha existência com pessoas tão especiais, tão perfumadas, tão doces, tão encantadoras, que encontrei, e encontro, pelo caminho. A existência é uma aventura maravilhosa, escrevi um dia, construída com pequenas coisas, como se constrói qualquer grande obra, qualquer grande ponte, qualquer grande prédio. A palavra "amizade" é uma pequena pedra, um pequeno tijolo, que nos auxilia na construção de uma grande vida. Cada uma dessas pepitas precisa ser cuidada, preservada. Penso, e sinto, que quanto mais amigos angariamos, mais material temos para a construção de uma grande vida. Cada um deles nos mostra um pouco do que somos, do que sentimos, do que fazemos, e a soma deles nos mostra o resultado da construção. Quantos amigos temos? Quantos amigos tocam nosso coração em nossas orações? Quantos amigos nos auxiliaram a ser o que somos hoje? Quantas pessoas nos ajudam, ou ajudaram, sem sequer sabermos disso, quantas pessoas nos amam, sem sequer as conhecermos...? Sejam elas familiares ou colegas de trabalho, colegas de estudo... Sejam elas como forem, fizeram ou fazem parte de nossa jornada, e estão encravados em nosso ser. - Um alicerce, nunca lembrado, e nunca visto, está sustentando uma grande ponte, um grande prédio, um grande viaduto, que une pessoas de um lado e de outro do rio, cidades, estados, países, e até de continentes... Para nossa saúde mental, e física, é importante dirigirmos nossos olhares para o que está abaixo do espelho d’água, muitas vezes encharcada de óleo e outros detritos humanos, obnubilando nossos olhos. Sou, hoje, imensamente feliz por ter a sorte de compartilhar meus momentos e meus dias, com pessoas especiais, com seres humanos que são, de fato, o reflexo da construção divina, em andamento. Cada um que passou por mim deixou uma lembrança, que ajuda na construção do que sou hoje, da felicidade que sinto por poder viver neste mundo exatamente neste momento, onde posso encontrar-me com cada um, e com todos, em minhas noites e meus dias, em minhas orações e minhas reflexões sobre o humano e o divino. Não gostaria de viver outro momento! Se tivesse que passar por tudo novamente, gostaria de me encontrar com todas as pessoas, exatamente do jeito que as encontrei e as encontro, fisicamente, ou em minhas lembranças, parte integrante de meu ser. Realmente é uma aventura maravilhosa, e agradeço a Deus a cada dia, por ter me proporcionado momentos tão encantadores em minha curta existência, que se faz grande, imensa, infinita, por causa de cada um que encontro em meu dia a dia. Ficam aqui beijos ternos de um poeta desajeitado, de um humano em construção.

60 anos! É incrível como a vida passa rápido, como a existência é uma quimera. Lá se foram 60 anos desde que o pequeno filho do velho cabideiro Francisco Martins Jr., e da Dona Sebastiana, nasceu, em uma pequena casa, no quintal da Casa da Marquesa de Santos, em Brigadeiro Tobi…
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60 anos! É incrível como a vida passa rápido, como a existência é uma quimera. Lá se foram 60 anos desde que o pequeno filho do velho cabideiro Francisco Martins Jr., e da Dona Sebastiana, nasceu, em uma pequena casa, no quintal da Casa da Marquesa de Santos, em Brigadeiro Tobias. O pai foi a “parteira”, alguns dos irmãos mais velhos, testemunhas. A irmã Alcione, um ano e tal mais velha, bateu palmas, jogou uma chupeta para o menino e falou: “Pelé veio!”, antes mesmo de surgir nosso querido jogador santista. 60 anos! Lá se vai uma existência, e lá se vão centenas de estórias e histórias que encantam a alma, se constituindo de mola propulsora para o futuro. Vieram as mudanças. Primeiro de Escola, quando o “pequetucho” com apenas 9 (nove!) anos de idade “peitou” o pai e disse que não estudava mais em Brigadeiro, queria estudar em Sorocaba, no Visconde de Porto Seguro. De onde tirou esta ideia, não se sabe ao certo, mas o fato é que, ao receber, sozinho, em uma tarde de sábado, seu “diploma escolar”, descobriu que existia o Ginásio, nome do curso para quem continuava os estudos, da quinta à oitava séries. A mudança para Itu. Nos dias de semana, sorveteiro no Quartel; Nos finais de semana, baleiro no Cine Marrocos. À noite o Ginásio, feito no querido Colégio Regente Feijó, uma das mais incríveis Escolas então existentes no Brasil, com um nível cultural e intelectual elevadíssimo, e a nobreza do Professor João dos Santos Bispo impregnando os corredores, os pátios, e iluminando a Cidade de Itu. Os concursos públicos e a mudança para a Capital. O trabalho na CEF por treze anos. Um tempo de incrível felicidade, conquistas e realizações, até a entrada do Brasil na década perdida de 1980, quando o país descobriu a corrupção pesada, o jogo duro dos incompetentes. A CEF, então uma ilha de dignidade e atenção ao público, deixou para trás os princípios que a norteavam, por mais de cem anos, para compactuar com o jogo em vigor, até permitir que o dinheiro do FGTS fosse usado para os devaneios de poder de uma certa primeira dama. A escolha pela educação dos filhos, e a própria, nos Estados Unidos, depois na Europa. Um tempo de descoberta da base de nossa civilização, do mundo tecnológico, e da disciplina. Sim, da disciplina. A percepção de que só com disciplina se consegue um desenvolvimento sustentável, interior e exteriormente. Incrível como o Ser Humano pode “ser humano” quando deseja sê-lo! Incrível como se pode mudar a história, como se pode alterar o curso dos acontecimentos, se o desejamos de fato. E o curso dos acontecimentos foi alterado, com certeza. O “pequetucho” descobriu que, sendo uma célula social, poderia, e deveria influenciar as células ao redor, e não só ser influenciado por elas. A chegada de Itamar Franco à presidência. Um dos mais humildes, dignos e competentes presidentes que este país conheceu. O “Plano Brasil” e a formação da “Equipe do Real”, comandada pelo Professor Fernando Henrique Cardoso, com o início do retorno do país à realidade, e o retorno da família ao Brasil. Vieram as pesquisas, a Metodologia dos Sons, os congressos e mais descobertas, sendo que a principal delas foi a percepção do “ser universal” responsável por ensinar a “condição humana” do E. Morin, e por perceber-se como humano, portador das cegueiras do conhecimento, que nos levam, a todos, e principalmente àqueles que se auto proclamam “intelectuais”, ao erro e à ilusão. Conduzem-nos e nos induzem aos erros mentais, intelectuais e da própria razão. “Nossos sistemas de ideias (teorias, doutrinas, ideologias) estão, não apenas sujeitos ao erro, mas também protegem os erros e ilusões neles inscritos. Está na lógica organizadora de qualquer sistema de ideias resistir à informação que não lhe convém ou que não pode assimilar. As teorias resistem à agressão das teorias inimigas ou dos argumentos contrários.” Esta percepção é belíssima no sentido de que nos mostra o quanto há, ainda, a ser descoberto, e o quanto pode, ainda, ser visto e revisto. “A verdadeira racionalidade, aberta por natureza, dialoga com o real que lhe resiste. É o fruto do debate argumentado das ideias, e não a propriedade de um sistema de ideias. O racionalismo que ignora os seres, a subjetividade, a afetividade e a vida é irracional. A racionalidade deve reconhecer a parte de afeto, de amor e de arrependimento. A verdadeira racionalidade conhece os limites da lógica, do determinismo e do mecanicismo; sabe que a mente humana não poderia ser onisciente, que a realidade comporta mistério.” 60 anos! O término de uma fase e o início de outra, mais tranquila, mais serena, porque assentada na compreensão de que nada há a reclamar ou blasfemar, mas tudo há a se encantar e agradecer. Acredito que esta seja a chave, o segredo, o ponto principal: A gratidão! Quando mais gratos, mais saudáveis, mais perceptivos ao mundo incrível que nos cerca, mais abertos estarão nossos olhos para a infinita avenida florida à nossa frente. Disse uma vez, e repito aqui, se tivesse que fazer tudo de novo, reescrever a história, seria exatamente como foi, pois só desta forma pude encontrar pela vida pessoas tão maravilhosas, tão incríveis, tão humanas, que encantaram e encantam minha alma, e encantarão pela eternidade. Só tenho que ser grato por tudo e por todos que me trouxeram até aqui, porque sozinho não teria chegado. Há sessenta anos nascia o “pequetucho”. A mãe, ligada visceralmente à espiritualidade, pede a Nossa Senhora Aparecida que seja madrinha da criança. Parece que Ela ouviu. Madrinha, não permita que o frio tome conta de meu coração, de minha alma. Por favor, não permita que o lume se apague e continue aquecendo, com seu manto sagrado, a esta criança que aceitastes como afilhado.

A mulher, no Brasil e em todo o mundo, tem sido agredida, enganada com falsas promessas, tratada como se fosse "propriedade", e não raras vezes por outras mulheres. Este texto é em homenagem à mulher que busca, com toda sua força, com toda sua garra, a liberdade através do conhec…
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A mulher, no Brasil e em todo o mundo, tem sido agredida, enganada com falsas promessas, tratada como se fosse "propriedade", e não raras vezes por outras mulheres. Este texto é em homenagem à mulher que busca, com toda sua força, com toda sua garra, a liberdade através do conhecimento. Conhecimento de si mesma, de seu ambiente e das conquistas a serem conquistadas. MULHER M de montanha, M de movimento, M de mulher Nasceu livre, vive livre, não tem dono! Mesmo que os machistas queiram Que os fracos desejem e que os covardes apregoem Nasceu livre, e vive livre, não tem dono! Mesmo que ganhe menos e mesmo que sofra mais Mesmo que lhe tirem a voz E mesmo que, em tantas filas, fique para trás Nasceu livre, e vive livre, não tem dono! Mesmo que algumas aceitem as correntes Mesmo que algumas até gostem das correntes Nasceu livre, e vive livre, não tem dono! Mesmo presa em quatro paredes e amarrada aos “deveres” Criados, inventados por aproveitadores, covardes de plantão Mesmo fingindo “prazeres” Nasceu livre, e vive livre, não tem dono! Mesmo agredida, diminuída, destruída Mesmo que não seja ouvida Sua voz ecoa, ganha espaço, incomoda Seu grito de liberdade cresce, toma corpo Mesmo que usada sutilmente e sutilmente enganada Mesmo ludibriada, sutilmente levada por promessas vãs Acorda a cada dia mais determinada Aprende, compreende, e mais forte se torna E mais bela se torna! Nasceu livre, e vive livre, não tem dono!

No campo e na vida “A queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!” “Não é normal cair um viaduto de $500 milhões!”
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No campo e na vida “A queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção!” “Não é normal cair um viaduto de $500 milhões!” “A vida é um combate que aos fracos abate, aos fortes aos bravos só pode exaltar” (Gonçalves Dias) Tanto para o campo de futebol, como para a vida, precisamos estar preparados. Não há como conseguirmos uma vitória, em qualquer campeonato, sem preparação, sem concentração, sem garra. Disse, há alguns dias, que a vida é feita de “jogo duro”. Parece que os jogadores da seleção brasileira perceberam isso hoje, 08 de julho, ao enfrentarem uma Alemanha organizada, concentrada, há anos, para a Copa do Brasil. Pasmem! Foram 08 (oito) anos juntos, preparando-se para a Copa do Brasil. Foram oito anos de seriedade em relação ao esporte, à competição, não em relação ao que a vitória pode render em termos de dinheiro e de notoriedade. Bom será se o aprendizado for o resultado desta percepção, deste “sofrer na pele” a diferença entre a fantasia e a realidade. Nosso país acordará mais consciente no dia 09 de julho, dia em que se comemora uma das mais importantes revoluções em nosso país, a Revolução Constitucionalista de 1.932, uma revolução que foi feita, exatamente, para voltar as coisas aos seus devidos lugares. Estará ainda incrédulo, atônito, mas estará mais consciente. Terá, então, a oportunidade histórica de “Cair na Real”, de perceber que “a vida é um eterno combate, que aos fracos abate”, e aceitará, então, que não fizemos por vencer. Se retrocedermos um pouco, veremos que em nenhum momento a Seleção Brasileira levou a sério este Mundial. Em nenhum momento as opiniões dos torcedores e da imprensa foram respeitadas. Baladas, visitas de familiares, visitas de vizinhos, oba-oba, samba, esta era a tônica da preparação dos nossos jogadores do “tudo pode”, enquanto as outras seleções treinavam, suavam a camisa, se concentravam para os jogos e estudavam (e muito!) os adversários. Poucas horas depois de desembarcar no Brasil a Holanda já estava treinando na praia, já estava concentrada nas responsabilidades que tinha perante seu público! É fundamental que o Brasil caia na real! É imperioso que nós, brasileiros, paremos um pouco para repensar nosso país, repensar nossos hábitos, repensar nossa filosofia de vida, enfim. É muito importante que percebamos que não se pode construir um país sério baseado na fantasia. Não gostamos de levar nada a sério! Achamos bonito e engraçado quando ouvimos falar que o Brasil é o “país do jeitinho”. Não podemos! O fato de “Deus ser brasileiro” não nos isenta de nossas responsabilidades, ao contrário, nos torna mais responsáveis ainda! Nossa vida, nossa existência, nossa origem divina não nos permite levar as coisas no “jeitinho”. Há que se ter seriedade com as coisas públicas! Há que se ter seriedade nos estudos, no trabalho, nos relacionamentos, e em tudo o mais que fazemos. Até nas brincadeiras, nos jogos de carta, e inclusive nos esportes. Não podemos achar que é normal ficar sem água, ter buracos nas estradas, vivermos na insegurança, não termos hospitais adequados, não termos atendimento médico de qualidade, não termos uma administração pública preocupada com o bem público, não conhecermos o planejamento de nossa cidade, de nosso estado, de nosso país. Isto não é normal! Não é normal cair um viaduto de $500milhões (quinhentos milhões)! A corrupção não é algo que está ligado ao humano. Não é normal, e não podemos aceitar! Como queremos passar em um concurso público sem estudar? Como queremos “ir levando” um curso universitário, ou qualquer outro, e ter um bom resultado ao final? Como aprenderemos a ler e escrever sem leitura? Como podemos ser músicos sem estudo e sem prática? Como podemos ter resultados em nossas empresas sem seriedade e trabalho duro? E como podemos vencer uma COPA DO MUNDO sem preparação e seriedade? Este texto é um convite à reflexão, de verdade! Um convite ao debate, ao repensar, à consciência. Não estamos perdendo somente nos campos de futebol. Todos nossos índices são piores que os da Alemanha e dos países afins. Na educação, na produtividade, no desenvolvimento tecnológico, no investimento em pesquisas e desenvolvimento, entre outros. Queridos leitores, a queda do viaduto em Belo Horizonte é algo muito mais grave que a queda da Seleção! O desastre estava anunciado e cantado em verso e prosa. O Brasil acordará, neste Nove de Julho, mais maduro, mais preparado para a vida, mais preparado para as mudanças que o Mundo moderno exige. Bem mais preparado para se tornar em um País Real!