Frase de Celso Roberto Nadilo
Sino silvestre. Para a paixão. Por compaixão. Se relata a razão. Bem viver na parodia. Espaço mata a dentro, Escasso meios de viver Melancolia se resiste ao teus atos Sou a natureza perpétuo por querer viver, Sendo sensações tão belas e ausente. Puro como o amor... Atrozmente Profundezas e numerosas espécies. Para um obra relatar e também para encontros no Brasil sejam sonhos. Que a vida denote esse sonho. Homem bravio o espante para longe. De repente selva amazônica está em apenas Em expressões do passado. Até ao julgo do pássaro que habitam os céus. Te lembrar o amor que se encontra em algum lugar. Ou momento que a vida lhe desejo mas que tudo. Os ventos que seduzem, o florescer de outra vez As estações do ano estão bagunçadas Pelo calor e tempo que chora, De quem dera por vencido o espaço que se doma no coração. Desejo vertente como os cheio veneno pura, Sendo com ador expelido de campos de dragas de ouro Se lhe dá a angustia do mercúrio em outros viver, Angustia boemia que se sonha com melhor viver... Bem vindos sejam com há chuva repentino do acido Que devora todavia a quem respira, Mero esbouço, em pé o sono que se expira... Na madrugada se espera venha a vida. Se dera mais ou menos, paira sombras e aparições... Figurantes da vida e da fome que se refugia Em eternos sínteses das arvores mortas... Por queimadas neste que mundo desigual.. Feroz muitas vezes a dor sem fim... Momentaneamente o sopro da beleza, Boceja no sentimento perdido no horizonte, O por sol se alimenta do destino, Nos braços da terra vem o perfume do movimento Que se deu num deslumbre da humanidade.
No pensador.ai desde