Frase de Wikney Edson
“Por favor, amor meu, me livre desta vida moribunda. Permita-me, pedir-lhe em namoro em uma tarde fria de Domingo, e casarmo-nos, na Segunda. Por favor, meu amor, deixe-me, curar-lhe as feridas e ser da sua alma, a lembrança mais profunda. Permita-me, meu amor, e verás que a felicidade, há muito lhe circunda. Amo-te, amada minha, deixe esse sentimento dar vazão, pois esse amor me inunda. Minh’alma, afogada, se afunda. A vida é tão bela; o amor, aquela coisa singela; e a paixão, aquela coisa insana, que compursca. Seus olhos, são paisagem; seu toque, inenarrável aveludar; sua imagem, o todo do divino; sua voz, é música. Eu te amo, do momento em que te vi, até da minha morte, obscura. Sei que não te mereço, sou o pecado, o erro, das criações do Deus, a mais impura. Mas imploro, a esta pífia existência, amor meu; um único beijo, a salvação sua. Caso não, tudo bem, divindade que és, mate em meu âmago, o amor que sinto por ti e livre me, desta vida moribunda…”
No pensador.ai desde