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Frase de Reginaldo Santana da Silva

Ser humano, “máquina” social em permanente construção do ser, em sua totalidade fecunda o bem e o mal no infinito de sua existência. Como ver apenas as partes separadas, se o todo sofre com a dor da alma (psique)? Como ver a doença, se não entender o sujeito que adoece? Sanar a dor de um corte no corpo físico é “fácil”, difícil é enxergar os cortes invisíveis da alma que persistem em abrir novas feridas no corpo adoecido.

Reginaldo Santana da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Reginaldo Santana da Silva

⁠Um dos maiores mistérios do espetáculo da vida, é sair para um simples ensaio, e se deparar com uma das maiores apresentações de sua existência.
Nem sempre o tempo agrada, chove muito ou faz sol Nem sempre conseguimos o que queremos Nem sempre queremos ou sonhamos o que conseguimos
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Nem sempre o tempo agrada, chove muito ou faz sol Nem sempre conseguimos o que queremos Nem sempre queremos ou sonhamos o que conseguimos Nem sempre o sonho sai da esfera mental Nem sempre uma lagarta se torna borboleta Nem sempre somos surpreendidos pelo acaso Nem sempre algo é por acaso Nem sempre choramos quando precisamos Nem sempre podemos sorrir quando queremos Mas, “Sempre” poderemos tentar outra vez... Pois, aqueles que sonham, admiram São encantados, ou amam as flores, De certo suportam os espinhos... Reginaldo Santana da Silva Formação em Psicologia.

Os pensamentos conturbam a “alma” (psique); a sequência é ilógica, a velocidade é incalculável, a ânsia pelos resultados sejam eles qual for, esconde ou destorce as verdadeiras imagens. O corpo avança e atropela as paradas obrigatórias, na vontade de sentir ou de deixar de sentir…
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Os pensamentos conturbam a “alma” (psique); a sequência é ilógica, a velocidade é incalculável, a ânsia pelos resultados sejam eles qual for, esconde ou destorce as verdadeiras imagens. O corpo avança e atropela as paradas obrigatórias, na vontade de sentir ou de deixar de sentir; o encontro aos sentimentos é irresistível; o coração palpita descompassado e os comportamentos compulsivos tornam-se o refúgio e ou alivio da “alma” atormentada.

Aonde existir? Como falar, expressar-se diante do desconhecido, uma sequência de pensamentos reais e irreais turbinam a mente; o medo é excessivo, o desconforto é aparente, por isto, onde o ser é só? Nem os meus pensamentos seguem uma lógica racional! Como dizer sobre algo ao (s)…
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Aonde existir? Como falar, expressar-se diante do desconhecido, uma sequência de pensamentos reais e irreais turbinam a mente; o medo é excessivo, o desconforto é aparente, por isto, onde o ser é só? Nem os meus pensamentos seguem uma lógica racional! Como dizer sobre algo ao (s) outro (s), se os olhares dizem não a mim...