Frase de Elizamar Lanoa
DESLIZAMENTOS Esvai-se a plenitude da natureza com choros de chuva, destruído rios de lama escorrendo pelas montanhas lares viajando dentre os caminhos de pedras Geme o vento, traz transtorno a fuga é eminente, deixa-se o cachorro livre para que não tenha um perecimento lento. A secura é tão grande que não cabe no deserto de corpos presos na capa da invisibilidade. Não há lamúria tão pouco rancor, não há o que fazer! da amargura não se sente o gosto, o dissabor da vida. Busca-se o altruísmo na expiação do outro cabe um par de tênis uma camisa rasgada O frio não se sente foi enrolado pelo calor das cobertas doadas pelo filho da natureza A espera dura, dura mais que a revolta pois a chuva passa do vento resta calmaria o estrago fica na alma e na lembrança de quem viveu o terror. Dói o clamor da natureza se oculta anos a após anos o chamando. Quem fica a mercê são os esquecidos pelos comandos despreocupados
No pensador.ai desde