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Frase de Paulo Lima

Agreste Sou nordestino, cabra da peste Sou do sol do Norte, calor do agreste. Nasci nas ruínas, Garimpei nas minas Hoje vivo no sudeste. Vivo na labuta atrás do dicumé. Na minha terra santa Eu tinha esperança De puder viver. Aqui pur estas bandas, a fome reina, O Trabalho é raro, vivo de punhados de troco. O sol não queima a pele, arde na alma Sordade da minha fianga na sombra de coco. As veiz as fome aperta, nem farinha tem que armuçar Meus fios se deita a dormir pra fome passar, Espero na terra o milagre divino Triste a chorar. Quero ir me embora pro meu roçado Culher meus mio, meu feijão pranatar, Na face a esperança, no peito a alegria Pras terra da minha infancia eu pudê vortar.

Paulo Lima

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quanto mais o tem passa, mais o fracasso fica eminente. Mas sigo por meio da fé acreditando em um possivel sucesso.