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Frase de Pernambucarei

⁠E seu correr contra o que eu sinto? Não por medo, mas sim por instinto, foram meses de conversa comigo, Mesmo que digam que seja destino, Você criou voltas na minha cabeça, Me vejo no teu labirinto, correndo em voltas no simbolo infinito, Eu mergulhei sem medo no seu mar, Muitas atitudes feitas sem pensar, Será que dá tempo de voltar? O amor às vezes é covarde, Mas na verdade essa é a única desculpa que tenho para te dar.

Pernambucarei

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Pensador.com

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Outras frases de Pernambucarei

Sempre se pergunte se os passos são grandes, Se é preciso se libertar das grades, Se antes de falar é o que sente de verdade,
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Sempre se pergunte se os passos são grandes, Se é preciso se libertar das grades, Se antes de falar é o que sente de verdade, Se é preciso está preso para amar a liberdade, Se é preciso faltar para sentir saudade, O tempo passa rasteiro, Nada aqui é perfeito, Não adianta pensar no que podia ter feito, Nada volta, E a tua revolta pode até dar sentidos diferentes a história, Mas o fim é o mesmo, Isso aumenta teu desespero, Vai demorar para se sentir inteiro, Você já nem lembra mais o gosto do beijo.

Eu te jogarei em um abismo, É de fascino que vive um belo desequilíbrio, Onde nas pontas do teu dedo, se descobre um toque que me levou a um abismo,
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Eu te jogarei em um abismo, É de fascino que vive um belo desequilíbrio, Onde nas pontas do teu dedo, se descobre um toque que me levou a um abismo, Dizem que é instinto, um homem viver a declínios, se comprimindo para não ser corrompido, É de desejo que faz a carne perder o medo, É de verdade, que se sente saudade daquilo que não foi vivido, De onde vem tuas histórias? Passaram horas a discutir a lei da sobrevivência, E sem ter ciência, de vento frio tocou o ar, Algo puro que por um surto, A loucura ocupou, Destemido a viver algo tímido, Passou o tempo a escrever, Onde vive a essência, sem perecer, caminhou ao o início, A tua pura culpa pediu desculpas, Com a aura escura, observou a lua, Voltou as ruas a procura de outra alma nua. Debruçou e se alimentou, Com a intensão de alimentar o buraco, Só que se tornou mais vago, Só pelo medo de outra vez se entregar.

Em vestes com pouco pano, Eu te vi aos prantos, Te coloquei no colo,
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Em vestes com pouco pano, Eu te vi aos prantos, Te coloquei no colo, Acariciei teu cabelo, No fundo aquele solo, A maquiagem borrada, As lagrimas caia, Se sentiu roubada, Levaram o que tinha, Beberam teu vinho, Mancharam tua alma, Mas procura calma, Enquanto me abraçava, Eu sentia o pulsar do seu coração, Não sei se chorava de dor ou pela letra da canção.

Se é paz que tua vinda me traz, já não sou capaz de discernir, E essa vontade que me invade, de te incluir em cada parte, ainda quando existe coisa incompleta em mim, Te colocar em um lugar seguro, longe de alguns distúrbios que faz morada aqui,
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Se é paz que tua vinda me traz, já não sou capaz de discernir, E essa vontade que me invade, de te incluir em cada parte, ainda quando existe coisa incompleta em mim, Te colocar em um lugar seguro, longe de alguns distúrbios que faz morada aqui, Lugar seguro guiado no escuro, onde só o toque descobre o que a voz já não fala, A sensação de bagunça, que aguça o olfato, que de tão forte se faz presente, junto com o tato ao encostar no teu corpo que em poucas vezes senti quente, Você é diferente, talvez de todos as viagens que já fiz na mente, Causando embriagues, eu nem precisei beber para te descrever.