Frase de Mirla Cecilia
Eu tenho várias razões pra sorrir ☆ - E tem a minha alegria quem merece. ♡ Tudo é colheita. ♧
No pensador.ai desde
Eu tenho várias razões pra sorrir ☆ - E tem a minha alegria quem merece. ♡ Tudo é colheita. ♧
No pensador.ai desde
A falta de gentileza é como um céu nublado que vai cobrindo o sol aos poucos, sem pressa, até que você percebe que o calor se foi. Ela chega silenciosa, como se fosse nada, mas é um nada que pesa, um vazio que ecoa. É como andar descalço por um caminho de flores e, de repente, s…
A falta de gentileza é como um céu nublado que vai cobrindo o sol aos poucos, sem pressa, até que você percebe que o calor se foi. Ela chega silenciosa, como se fosse nada, mas é um nada que pesa, um vazio que ecoa. É como andar descalço por um caminho de flores e, de repente, sentir o espinho que você nem viu crescer. Seria tão simples, não? Oferecer uma palavra doce, um sorriso que ilumina, como quem abre a janela e deixa o sol entrar. Mas, quando não se faz, o dia esfria, as cores desbotam, e a alma parece encolher. A falta de gentileza é essa ausência que raspa de leve, um vento que vai secando as folhas de dentro, até que, sem perceber, estamos áridos. E o mais curioso é que ela corta em dois tempos, como uma dança mal ensaiada. O primeiro golpe é no outro — aquele que esperava uma ponte e recebeu um muro. O segundo, mais sutil, vem de volta, atinge quem a nega, porque negar gentileza é como negar água a si mesmo enquanto atravessa o deserto. No fundo, é assim: a vida vai se tecendo entre gestos pequenos. E cada ato de gentileza é como uma linha de seda que segura o tecido firme, evitando que ele se rasgue. Quando falta essa linha, o tecido da convivência vai se desfazendo, ponto a ponto, até que o vento leva tudo. @poeticainterstelar
O ser humano costuma forjar-se. Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. Então, somos tudo que queremos afirmar? É ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tão baixos e estúpidos.
O ser humano costuma forjar-se. Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. Então, somos tudo que queremos afirmar? É ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tão baixos e estúpidos. Mas o que é ser estúpido? É Saber demais das teorias e não exercê-las? Ou é zombar da nossa condição, limitação e veracidade? Para que serve o nosso intelecto sem a maçã do limiar que há em existir imperfeito? Devo aproveitar-me de minha imperfeição para castrar meu estado existencial? Pra que se vestir de tanta estupidez e arrogância? Se nada terei no universo sem sombras de dúvidas.. Ninguém deve pertencer ao inferno. Mas instintivamente, perde-se muito da vida criando sementes daninhas e que geram frutos. Para que serve a vida, se não noiva-la com a gratidão e generosidade?
A cada minuto aprendendo a reter a inocência nos olhos. Neste momento é o único lugar em que podem salivar a si. lute contra os devoradores que furtam a inocência de muitas crianças.
Então, sejamos o paraíso que ansiamos habitar.