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Frase de Matheus Henrique de campos

⁠O homem do piano [Verso 1] No Esmerald Bar, onde todos vão se encontrar Onde as luzes brilham e as almas vem descansar Lá está o homem do piano, com suas notas a acariciar Tocando as dores e alegrias que ali vêm desaguar [Verso 2] José, o garçom sorridente, sempre pronto a servir Com seu jeito simpático, faz todos os corações sorrir E ao seu lado está Maria, a garçonete tão gentil Com seu riso encantador, ela espalha luz por ali [Refrão] E o homem do piano toca leve, toca suave As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar Onde vidas se encontram, onde sonhos se encontram E o homem do piano apenas observa, apenas toca [Verso 3] Há Fernando, o velho marinheiro, com olhar distante Lembra dos mares que cruzou, das tempestades e do pulsante Paula, a escritora solitária, com seus versos a desabrochar Encontra nas melodias, inspiração para criar [Verso 4] E no canto escuro, Miguel, o sonhador Com sua guitarra surrada, canta versos de amor E ao lado, Ana e João, o jovem casal a dançar Sob as teclas do piano, celebram o seu eterno amar [Refrão] E o homem do piano toca suave, toca forte As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar Onde vidas se encontram, onde sonhos se atraem E o homem do piano apenas sorri, apenas toca [Ponte] E nas noites silenciosas, o barulho das taças a se chocar Ecoa pelas paredes, como um clamor a ecoar O homem do piano, com seus olhos a brilhar É testemunha silenciosa de cada sorriso, de cada pesar [Refrão] E o homem do piano toca firme, toca suave As histórias se entrelaçam, no Esmerald Bar Onde vidas se encontram, onde sonhos se elevam E o homem do piano, eterno guardião, apenas toca [Final] Assim segue o Esmerald Bar, onde o tempo não quer parar O homem do piano, seu testemunho a ecoar Em cada nota, em cada suspiro, em cada olhar O Esmerald Bar, onde as vidas se entrelaçam, e o homem do piano continua a tocar.

Matheus Henrique de campos

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Pensador.com

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⁠amor verdadeiro no caos Em um mundo caótico, perdidos na multidão, Duas almas buscavam um amor, sem direção.
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⁠amor verdadeiro no caos Em um mundo caótico, perdidos na multidão, Duas almas buscavam um amor, sem direção. Cada sorriso falso, cada abraço de ilusão, Eles sabiam que o amor verdadeiro era uma invenção. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. As ruas escuras refletiam o vazio da alma, Mas entre eles, uma chama queimava, não se acalma. Desafiando o mundo, desvendando a farsa, Eles sabiam que o amor verdadeiro era sua única casa. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. Nas noites mais sombrias, eles eram a luz, Construindo um refúgio, onde reinava a paz e a cruz. Eles enfrentaram o mundo, com coragem e fé, Acreditando que o amor verdadeiro era o que lhes protege. No caos da cidade, eles se encontraram, Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram. Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar, Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar. No final dessa jornada, o mundo não mudou, Mas o amor que encontraram, nele confiaram e amaram. Mesmo no caos, na mentira, eles encontraram a verdade, Que o amor verdadeiro é o que dá sentido à nossa realidade.

⁠casa de horrores Na casa de horrores, o medo é senhor, Sombras retorcidas, não há salvação,
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⁠casa de horrores Na casa de horrores, o medo é senhor, Sombras retorcidas, não há salvação, Onde o mal espreita, não há coração, E a confiança é apenas uma ilusão. O desejo de ir embora nos consome, Mas correntes invisíveis nos prendem, A realidade é terrível, nos sufoca, Neste lugar onde os horrores nos rendem. Palavras de xingamentos, veneno nos lábios, Agressões verbais ecoam pelos corredores, Não se pode confiar em ninguém aqui, Neste mundo de pesadelos e horrores. Gritos ecoam pelas paredes sujas, Esperança desaparece no ar rarefeito, Nossos olhos refletem a terrível verdade, Neste lugar onde o mal é perfeito. As sombras se movem, sussurram segredos, Nossos passos são seguidos por olhos famintos, A escuridão nos envolve, a sanidade se esvai, Neste lugar onde o medo é o que mais sinto. Na casa de horrores, queremos escapar, Mas as portas estão seladas, não há saída, Nossos corações batem no ritmo do terror, Neste lugar onde a esperança está perdida. Em um mundo de pesadelos, tentamos resistir, Às palavras cruéis e à maldade que persiste, Mas o peso da desconfiança é esmagador, Neste lugar onde a confiança não existe. Na casa de horrores, nosso tormento persiste, Em um labirinto de horrores, não há piedade, Esperamos o dia em que a luz possa surgir, E nos libertar desta terrível realidade. Mas até lá, estamos presos neste lugar sombrio, Onde o medo, a desconfiança, o ódio persistem, Na casa de horrores, nossa luta continua, Até que um dia, nossa liberdade conquistemos.

⁠O estranho Verso 1: Quem é aquele que anda sozinho?
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⁠O estranho Verso 1: Quem é aquele que anda sozinho? Que sempre parece estar perdido Ninguém sabe de onde veio O estranho, sempre esquecido Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Verso 2: Ele observa o mundo de longe Sempre distante, nunca se encaixa Mas por baixo dessa aparente estranheza Há um coração que anseia por um abraça Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Ponte: Talvez o estranho só precise de amor De alguém que o escute, que lhe dê valor Não julgue pela aparência ou pela voz Pois por dentro, todos são feitos de dores e nós Refrão: O estranho, o diferente Caminha sem rumo aparente Busca um lugar para chamar de lar O estranho, sempre a vagar Final: Pois por mais estranho que possa parecer Todos estamos em busca de um lugar para viver Então estenda a mão para o estranho que encontrar Pois no final, todos queremos apenas amar.

⁠Nas noites estreladas de Tatuí, O Natal se revela em melodia e luz a fluir. No ar, acordes de uma música encantada,
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⁠Nas noites estreladas de Tatuí, O Natal se revela em melodia e luz a fluir. No ar, acordes de uma música encantada, Sinfonia que ecoa, a cidade abençoada. No doce ABC, segredos revelados, Sabores que dançam, são sempre adorados. Guloseimas que pintam sorrisos na face, Tatuí celebra o Natal com doce graça. Um pinheiro gigante, majestoso e altivo, Veste-se de luzes, um espetáculo cativo. No coração da cidade, brilha e resplandece, Símbolo do Natal que a todos enobrece. Na praça, um cenário de magia se desenha, Com luzes cintilantes que a noite enfeita. Famílias reunidas, abraços apertados, A praça iluminada, sonhos realizados. Tatuí, nesta festa de luz e canção, Tece memórias, fortalece a tradição. No Natal, a cidade é um poema a brilhar, Com alegria e amor a todos inundar.