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Frase de Tiago Amaral

Dê-Me O Silencio Dê-me o silencio Não posso suspira por mim mesmo. Manchas de sangue em bolhas de sabão. Eu só queria está sozinho sem um coração nas mãos. Ele não era como eles, não era como os outros. Dê-me o silencio para que eu possa suspira. Trate bem os inimigos. Mais um dia de aula. Sem férias eternas. Almas dissimuladas. Deixe-me sangrar. Posso acreditar no que você não falar. Escorre pelas cortinas brancas. Destranque o cadeado. Liberte o pássaro. Detesto o que amo em mim mesmo. Corvos no entardecer dormindo ao amanhecer. Dê-me o silencio ao tratar a queimadura. Não sou como eles mas podia simular os insimuláveis. "Para de brincar com a navalha." disse ele. Andy preciso de você. Me congele para que eu não possa voltar. Morrer na liberdade da escuridão explicitar. Vivo por mundo e o mundo vive pra mim. Não tenho alma tenho Chamas, por isso a liberdade me chama.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.