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Frase de R.M. Cardoso

RIO DO DESTINO Pedaços de árvore seca Tombada no sertão quente No período da seca, Arrastam-se, lentamente, Nessas águas tão escuras Do velho e cansado rio, Que eu, repleto de amarguras, Da sua margem espio! Àquela árvore igual Há muita gente, afinal, À beira do desatino! Pois se arrastam tantas vidas Nessas águas poluídas De um tal rio do destino!...

R.M. Cardoso

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Pensador.com

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