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Frase de Agostinho Lima da Silva

VESTAL IRROMPIDA. Umbrais castos consentidos. A vestal incólume destrona-se. Prazeres são descortinados. Trombetas tocam o deslumbre. Surgem mundos esplêndidos. O prazer justifica atos livres. Afloram sentimentos adormecidos. Sem melindres, nada torpes. Quero seu contexto único. Tudo nele resplandece. Quente inquieto úmido. Sua voz rouca me emudece. Desenvoltura que deixa tímido. Do universo, o homem mais alegre. Agostinho Lima-25Out14-23:17h

Agostinho Lima da Silva

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Pensador.com

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BARBIE Conheci uma Barbie em tamanho natural, Que, de tão bonita, superava e ofuscava a original.
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BARBIE Conheci uma Barbie em tamanho natural, Que, de tão bonita, superava e ofuscava a original. Sim, conheci uma Barbie que tinha o olhar penetrante. Era impossível aos comuns não admirá-la, de forma, estonteante. Ela era uma mistura equilibrada da deusa grega Afrodite; Com a candura quase angelical da Lady Diana, acredite! Também tinha a sensualidade da Madona, sem qualquer vulgarice. Por onde ela passava impactava uma legião de admiradores. Mesclava aspectos díspares e enaltecedores. Aquela mulher tinha uma beleza peculiar e nada universal. Sua nobreza não significava a soberba do trivial. Sua infinita e refinada inteligência não vinha acompanhada de arrogância. Suas palavras suaves, claras e precisas, acalmavam as mais pertubadas almas e mentes indecisas. Ela era assim, simplesmente, arrasadora; Sóbria, introspectiva, avassaladora!

A DOCE ILUSÃO Para os intelectuais haverá sempre um paradoxo existencial: a caracterização da ilusão. Dotados dos meios suficientes e necessários na identificação desta possível armadilha, os afortunados doutos podem, por vezes, almejar a condição de vítimas consentidas dela, a…
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A DOCE ILUSÃO Para os intelectuais haverá sempre um paradoxo existencial: a caracterização da ilusão. Dotados dos meios suficientes e necessários na identificação desta possível armadilha, os afortunados doutos podem, por vezes, almejar a condição de vítimas consentidas dela, a doce ilusão. A filosofia e o cienticifismo são implacáveis em refutar qualquer investida da ilusão. Por vezes, este rigor embota os sonhadores, prejudicando o desenvolvimento destas disciplinas. A ciência quer modelos formais que expliquem aquilo que pode ser observado. O artista, o poeta quer tornar belo o inexplicável, o imponderável. A desconfiança do óbvio é o pressuposto básico da filosofia. A fenomelogia dá o arcadouço necessário a ciência que a utiliza na descrição dos seus métodos de estudo. A grande virtude dos afortunados doutos reside no poder da escolha entre ser feliz ou ter razão, quando esta condição conflitante se impuser. Sendo erudito ele pode optar. A maior das arrogâncias é querer ser feliz sempre ou ter razão sempre. “Afinal a vida é isso, e um pouco de fantasia não faz mal a ninguém”. Assim escreveu uma linda cientista, quem ousaria discordar dela? Agostinho Lima-072200Set11