Frase de Eduardo Henrique de Pinho
A poesia mais triste do ano começo meio clichê eu não sei porque ainda escrevo assim um negócio para relembrar do meu passado lembrar de quando ainda jogávamos descalço sentados na mesa de um bar eu no refrigerante e você no/vinho lembro como se fosse ontem a gente na borda de ouro todo mundo muito feliz só que o destino não condiz infeliz é aquele que criou o crime sabendo que quem entrassem ali estava perto do fim saudades eu tenho de ver os primo reunido em la casa do veio soltando uma pipa brincando de lutinha sem maldade desgraça nenhuma sei que cada um tomou seu rumo alguns não levaram para a cabeça outros se deixaram cair na emoção do dinheiro facil enquanto estivermos preocupado com dinheiro nunca vamos evoluir isso é fato enquanto estivermos pardais do lado nunca voaremos alto e isso é fato enquanto não desabafar com o nosso eu lírico nunca saberemos se agimos errado aparti desse momento enquanto a dor for tratado como frescura nunca saberemos a verdadeira cura alguns não pegaram a referência não te julgo sendo que para mim a minha vida é minha própria deficiência isso é algo que a ciência jamais vai descobrir e isso se ela não rir é difícil sair mas realmente sabemos que o real mente acostumado com príncipes e super herói quem é o seu herói? talvez um dia ele dê atenção para seu planeta angustiado esperando 15 anos de atenção quando a dor do próximo não te aproxima é liberado uma toxina e se não tomarmos cuidado morreremos de asfixia a cada momento uma causa a cada palavra uma facada causando uma hemorragia é foda a lágrima cai o peito aquece uma chama arde arde tanto que as vezes te chama de covarde parece demais mas graças ao seu ego uma cova foi aberta tentando falar o português claro mas parece que ouvir o seu parceiro é questionar em varias outras linguas é difícil entender quando ao pelo o menos não quer escutar poderia pedir ajuda mas quando estou indignado apelo para o papel e a caneta grito faço palhaçada tento tirar apenas um sorriso fico feliz quando consigo no final do dia dou um suspiro sabendo que fiz isso porque aprendi com meu eu lírico tentando saber o sentimento dos outros mesmo sabendo que nem sempre vai ser retribuído.
No pensador.ai desde