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Frase de Lia Barone

Rampa O som da fome Calado no nome Do pobre coitado De alcunha destino Sina de sofrer Sina de adoecer Sina de morrer! Mas o cabresto Da falta das letras Conduz o manifesto Da miséria nas urnas A hora chegou, Mas o povo não acordou Do pesadelo nefasto Do político padrasto Sem amor pela causa Olhando a própria carteira Joga moedas e pausa Na espera da recompensa financeira. Assim é a democracia Feita de falhas e cidadania Açoitando a vida E destruindo a soberania Sina de vencer Sina de morder Simplesmente sina!

Lia Barone

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quem tenta aprisionar o vento, acaba no vácuo.
Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto
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Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto Ninguém as escutava Gritava o tempo todo. Me olhe Gritava o tempo todo. Fale comigo Tinha medo o tempo todo de estar ali e não ser dali. Estava sempre impulsionada à uma direção que não constava dos mapas. Por quê sentia tanto? Por quê não podia ouvir o que seu coração tanto chamava? Via tudo e guardava os detalhes. Conhecia os segundos, as horas e tinha enfileirados todos os dias na memória. Classificava as pessoas em cores para poder distingui-las e por elas sentia em cores também. Elas não a viam, era invisível. Tinha a totalidade dos sentidos. Tocava no amor mas não o segurava. Mergulhava tão fundo em si que se afogava…