Frase de Lia Barone
Rampa O som da fome Calado no nome Do pobre coitado De alcunha destino Sina de sofrer Sina de adoecer Sina de morrer! Mas o cabresto Da falta das letras Conduz o manifesto Da miséria nas urnas A hora chegou, Mas o povo não acordou Do pesadelo nefasto Do político padrasto Sem amor pela causa Olhando a própria carteira Joga moedas e pausa Na espera da recompensa financeira. Assim é a democracia Feita de falhas e cidadania Açoitando a vida E destruindo a soberania Sina de vencer Sina de morder Simplesmente sina!
No pensador.ai desde