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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Lençóis e Pregadores ⁠ A angustia, na psicanálise freudiana pode ser interpretada como um sentimento negativo que se manifesta por gatilhos mentais e permeia seu estado emocional e só vai embora quando você abre a porta. Ou seja, deixa a emoção fluir, chora, se expressa e manifesta isso de alguma forma. Talvez a busca pelo sentido seja o reflexo de todo trauma que todo ser humano tem. A busca por prazer e sensações que nos são tomadas à medida que crescemos e nossa mente se amplia ao passo que se torna mais difícil encontrar significado e sensações em coisas simples. Um contraponto à nossa sociedade contemporânea, onde a angustia perdura ao repartir nossos conflitos existenciais perante a cobiçada ascensão social. Looping infinito, até que se esvaía o ego e nos conformemos com nossa mediocridade, onde nada podemos controlar no mundo, mas podemos trabalhar melhor nosso emocional visando melhor equilíbrio meio às fases de tristeza comuns em nossa vida. Enquanto o homem estiver preso à racionalidade, não escapará da angústia, é preciso aceitar e conviver com o absurdo.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.