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Frase de Adriano Hungaro

SONETO DOS BEIJOS MOLHADOS DE MALDADE Era uma vez um amor Que fez da dor sua morada Um amor que desamou No desamor de uma estrada E no desamor fez história E dela uns mil poemas De cada poema brotou Mil lágrimas, dez mil dilemas E as lágrimas por pura vaidade Na boca molhada beijaram Por desamor e maldade E o beijo por pura maldade Nas bocas tão doces que esteve Deixaram salgadas saudades

Adriano Hungaro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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