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Frase de Amanda Lemos

Confiança e Qualidade. Dois pólos que se repelem ? Confesso, caros leitores, o amargo destas linhas vem me predominando nesses últimos tempos e ouso tentar ser direta nestas palavras que me restam para abrir os olhos daqueles que humildemente me leem , e quem dirá, abrir os meus próprios. Trago a vocês um tema que me remeteu esta semana, na qual, chego a uma infeliz hipótese, digamos, teoria/profecia, que não sei bem ao certo se estará correta, o que provavelmente não estará, porém me permito a transmiti-La à vocês, afinal, nunca sei quando uma ideia realmente se concretiza em minha mente, deste modo, tenho a obrigação de despejá-la neste papel da sala, um pouco amassado por falta de quem o use. Trata-se da confiança e qualidade que, chego ao meu ver, se tratam de serem inversamente proporcionais, isto é claro , quando baseado em extremos, só e somente se. Chegando a conclusão que o excesso de confiança resultará em escassez de qualidade. Como um egocentrismo forçado e um elevadíssimo ego que propiciasse que o errado se realize. Como esperar muito, e ao final, concretizar-se em pouco. Vejamos algumas situações que isto se comprova, mas ,é óbvio, que abro exceções , ou seja, toda regra há de ter uma. Em um primeiro momento, imagino o futebol brasileiro, reconhecido a tempos como épico, e quem dirá, genial. Uma maestria de dribles, cobranças , ACERTOS. Polêmicas a parte, este futebol, tão bem reconhecido e consagrado, nunca se deu ao privilégio de adotar outra definição menos merecedora. Até o ponto que nos deparamos com o ridículo, sim , o ridículo. Ouso pronunciar assim, pois caso este erro fosse devido a outras causas mais específicas eu até me permitiria ao entendimento suave, mas como se tratou realmente do ridículo e inacreditável, é assim que denomino. Na última disputa enfrentada pelo Brasil, contra o Paraguai, na Copa América, que inclusive , a derrota, eliminou a Seleção Brasileira do campeonato, o erro se fez presente. (foto acima) Não julgo aqui erros técnicos, até porque, a ignorância me persegue quando se trata de futebol, nem ao menos, sei reconhecer um escanteio de uma falta, admito. Mas destaco neste jogo o egocentrismo dos jogadores, o “tupete” levantado e um ego de dar nojo, e que nem sequer tiveram o prazer e a elegância de alguém que é muito bem pago para fazer o melhor, de acertar ao menos uma penalidade. Não. Quatro pênaltis perdidos, consecutivamente. Três para fora, e um de graça nas mãos do goleiro. Como muitos comentários a respeito surgiram, reforço a ideia daqueles que pregaram: “ Calma jogadores, nós somos menos, muito menos” Sim, Somos menos, não somos para tanto, nunca fomos. O que de fato deveríamos ao menos saber fazer, no caso, de jogadores de futebol, é simplesmente jogar futebol, sendo pouco humilde ou não, mas jogar. Não apenas para fazer um jogo inútil de marketing ou para se apresentar melhor a um realce de alguma câmera. Se estes queriam aparecer, conseguiram. O Brasil hoje ri do ridículo e chora pelo lamentável, de nunca na história do futebol brasileiro, terem errado todos os pênaltis a serem cobrados. Sim, é uma fatalidade que o futebol apresenta, e merece ser discutida. Mas que mais dia ou menos dia transgride e, não sei bem, se é esquecida. Há alguns até que se justificam alegando a péssima grama do campo, sim, péssima. Mais outro ponto que reforça a teoria, quando o excesso de confiança é tanto e nos debruçamos ao final em erro, queremos de forma vã nos justificar em algo ou alguém, mas o que , na verdade, trata-se de um erro próprio, um erro que sim, poderia ter sido evitado, caso houvesse, ao menos, uma psicologia barata que ensinasse a esses seres que um egocentrismo não leva a nada, Hesito. Leva sim. Leva a “barbarize”, Leva ao ridículo, ao mico pagado, ao vexame e futuramente , repito, ao erro. Nos tangendo sempre a um erro fatal. De fato, a grama estava em péssima condições, como já ressaltei, mas se esqueceram do ponto que a grama ERA A MESMA, para todos. Para brasileiros e paraguaios, e que estes últimos, na cobrança de pênaltis, ao menos fizeram aquilo que ganham para fazer, acertar e jogar o que nós chamamos de futebol. Estão classificados, pois, sendo esta grama ruim ou não, estes se adaptaram as circunstâncias e sem ao menos ter feito um bom jogo mostraram a devida atenção quando era merecida e não deixaram um ego sujo falar mais alto. Decidiram a partida. Repito novamente, não ouso aqui discutir futebol, muito menos julgar erros deste, afinal, sou leiga no assunto. Apenas ressalto o que já foi ressaltado, e que mais um vez comprova a teoria acima, excesso de confiança, escassez de qualidade. Dois extremos que não se bicam, se repelem. Em um segundo momento, lhes apresento outro exemplo notável. Imaginemos uma prova a ser feita por um aluno, que este se encontra muito convencido por meses, ou semanas antes, e se nega a estudar por alegar que já sabe toda a matéria. O que seria, logicamente impossível, pois desconheço um gênio que em pouco tempo saiba tudo e todas as minúcias de uma matéria a ser cobrada, e se souber, será o de pouco, hoje, a matéria é essencial, mas cabe a cada candidato ter um pouco de "maldade" aliado a si para resolver questões que prestarão em concursos e vestibulares seriados dos mais diversos,. Cabe a estes pobres candidatos, que levaram a vida inteira estudando, saber dissecar “pegadinhas” de questões propostas, que na maiorias do casos , são ambíguas, ou seja, permitem a mais de uma resposta,. Cabe a este candidato ir no chute ? Ou melhor, estes vestibulares realmente provam o conhecimento ? Sendo , por vezes, mais baseados em deslizes do que na matéria propriamente dita ? Não continuo este assunto, que se diz muito polêmico, encerro aqui, Deixo para uma próxima reflexão. Mas voltemos a este candidato que, se diz convencido de saber toda a matéria. Ele realiza a prova e logo que a fez, tenha plena consciência que a gabaritou. Poucos dias depois, o resultado lhe é apresentado e o que, na verdade, ele achou que teria feito bem , fez mal, e muito mal. Errando assim, grande parte da prova. Mais uma vez o excesso de confiança se fez presente e disseminou em um novo erro. Erros como estes que são decisivos, tanto para uma competição, como no caso do futebol, como para um futuro profissional como, neste caso de uma prova a ser feita para um concurso, ou vestibular. Erros que se cometidos acabam por desfazer o que há tempos vem sendo adquirido prática a fazê-lo. Obviamente, multiplica-se a estes momentos toda a emoção, toda intensidade e a carga de pressão que cada ser humano se encontra por passar por decisões assim. Mas que talvez este fato não sirva como uma boa desculpa, pois tendo tantos concursos e provas a serem feitos antes de um teste final, cabe ao candidato aprender a lidar com as emoções quando requer. E quanto ao primeiro caso do futebol, há tantos milhares de treinos antes de uma partida decisiva, para que este jogador tenha plena consciência do que está fazendo e que isto poderá, obviamente, acarretar em uma derrota ou futura vitória. Colocar-se em prática antes para ter segurança do que fará em um futuro próximo. Neste caso, a confiança é sim, essencial, desde que demasiadamente controlada, para lhe gerar segurança e plenitude de seus atos, e não a uma pregação de má qualidade e egos elevados. Discernimentos são imprescindíveis nestes casos, para que não achemos que fizemos certo, para resultarmos, ao final, em erro. Não apenas acharmos,mas para termos certeza destes atos. Exageros nem sempre resultaram naquilo que é bom e fazem bem. E se excessos forem bons, prova-se, que nestes casos, não são. Excesso de confiança, escassez de qualidade.

Amanda Lemos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Entenda que não basta entender. Para você também que possui um curativo no coração, e um Band Aid nas feridas mais internas e que não entende o quão se torna difícil uma convivência..., bate aqui, não fazemos questão nenhuma de compreensão. Até que ponto os nossos problemas gan…
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Entenda que não basta entender. Para você também que possui um curativo no coração, e um Band Aid nas feridas mais internas e que não entende o quão se torna difícil uma convivência..., bate aqui, não fazemos questão nenhuma de compreensão. Até que ponto os nossos problemas ganham dimensões que nos limitam de viver o que há para se viver ? Até que ponto, você, meu caro amigo, despeja toda sua felicidade em um outro alguém ? Até que ponto somos dependentes de um sorriso alheio para propiciar o nosso ? ... Eu andei pensando ultimamente o quão o tempo é influenciador em nossas vidas. Nos faz descrer do impossível, abandonar uma ilusão, disfarçar feridas, secar curativos. Há algum tempo atrás, esbanjava felicidade, e não uma felicidade qualquer, mas uma daquelas bem autêntica de, quem sorri até com os olhos , de quem ama só por amar, e de quem arrisca achando que a vida está para a brincadeira. Há algum tempo atrás... Eu ainda cultivava laços que nunca pensei que o nó iria se afrouxar, ou que uma dor tomaria tanto espaço nessa mente insana que só lhe cabiam palavras. Há algum tempo atrás eu convivia com poucos, mas essenciais, admito. Não que deseje descarregar toda culpa nesses novos relacionamentos formados. Turbilhões de mensagens e ligações. Furtivas amizades feitas,... Não que seja isso, porém, em que medida, somos capazes de ganhar algo e no entanto também cultivar o que se tinha ? Em que ponto não pecamos em oferecer carinho de mais há uns e de menos aos que mais precisam ? Em que ponto podemos amar não um, mas dois corações ? Não disseram que relacionar , conviver, despertar emoção em alguém, seria fácil. E não é. Pessoas são difíceis. Não se pode confiar no que um sorriso diz por imaginar que há um milhão de lágrimas por trás. Não se pode entrelaçar os dedos, por medo de se gostar demais, pois há certas coisas que fazendo juntos não teria como não se apaixonar. Não se pode mais estar bem estando mal, ou disfarçar problema com bebida. Não se pode mais amar sem medo de correspondência. Não. Não se pode. Não se pode mais apontar a flecha para um rumo sem temer suas conseqüências. Nesse caos de não poder, como, me expliquem, suplico, ... como conviver ? Soa muito mais fácil descrever tantas perguntas do que trazer respostas. Não há resposta para tudo. Uma alma tão intensa como a minha nunca se contentou com metades ou com algo que despejasse o morno ou o sublime. É tão mais fácil viver em equilíbrio, dosar a dose, ou não respirar risco algum. Sim, é mais fácil. Mas graças a Deus, nunca me permiti ao mas fácil, nem dos amores mais fáceis tive vontade, sempre quis dar a cara a tapa e ansiar por aquilo que nunca foi possível , na teoria. Nem da escrita mais fácil, carregada de palavras clichês, ou uma obviedade melancólica. Nem se quer busquei a facilidade de vender simpática ao mundo inteiro, mas sim me doar à uns poucos e bons. Mas foi nessa de sempre querer o impossível e , muitas vezes, o difícil, que caí em erro próprio. Não há como deixar que a loucura escorra pelas veias apenas em momentos convenientes, que seja louca, mas louca por inteiro. E amar não seria diferente. Tendo uma mente tão alucinada..., gostar, criar afeto, se torna tão excruciante, como alguém que não demonstra falta de carinho mas ser a pessoa que mais precisa. Ser intensa nos sentimentos, ações e sempre imaginar milhares e milhares de coisas antes de dormir, se é que consegue fechar os olhos e descansar. Como quem pensa e “trepensa” no outro mas que por um orgulho fútil não demonstra, ou se demonstra , demonstra por base de uma frieza incalculável . Eu não entendo. Minto. Por enquanto, não faço nenhuma questão de entendimento, e peço que façam o mesmo. Entendam apenas o que é cabível , do resto, quando fugirem todas as compreensões , não exijam entendimento algum. Não deixem que o entender demasiado lhes impeça de sentir.

Há algum limite ? Ultimamente ando lendo muitos artigos e dissertações de autores renomados e privilegiados à respeito de um tema que acredito ser “gabaritadíssimo” e que venha a suscitar polêmicas a mil. A condição humana .
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Há algum limite ? Ultimamente ando lendo muitos artigos e dissertações de autores renomados e privilegiados à respeito de um tema que acredito ser “gabaritadíssimo” e que venha a suscitar polêmicas a mil. A condição humana . Dei enfoque as ações que levam o homem a ser quem diz que é, e a que ponto este chega para almejar aquilo que deseja. Tive a oportunidade de conferir textos de Hannah Arendt e opiniões diversas vindas tanto de filósofos, tanto de sociólogos. *Dica tal que deixo para muitos leigos que buscam escrever com tanta eloquência se baseando do nada. Se me permitem um “puxão de orelha”, .... é imprescindível uma leitura eficaz para a produção de um bom texto. É necessário domar as técnicas de bom português, bem como ter um conhecimento de mundo vasto, se tratando é claro de um bom texto dissertativo. Poucos são os que começam maravilhosamente bem um parágrafo e graciosamente e descomunal encerram com um ponto final. Muitas vezes gastamos horas de leitura, para levar no máximo uma para a escrita. Isso é resultado de uma pesquisa contínua e incessante. Sem leitura, sem prática, não se escreve bem. Ninguém nunca disse que escrever seria tarefa fácil...; Mas voltando ao tema foco,... Andei sim lendo à respeito. E acabei me deparando com várias indagações: Até que ponto chegamos ? O que se define por um limite ? Reformulo. Até que ponto o ser humano é capaz de chegar para alcançar aquilo que almeja ? Tendo em vista tantos assassinatos relâmpagos, sequestros pré determinados, roubos a mão armada , e o pior, é você assistir praticamente todos os dias aos noticiários e ver que há tantos jovens no crime que matam por dois reais, causas essas que são diversas,. Sustento da dependência química, pressão dos demais.,dívidas, seja o que for, ... Parece que a morte virou justificativa para erros humanos. Andei lendo alguns termos no dicionário, enriquecedor de vocabulário , diga-se de passagem, para via de comparação, e encontrei duas palavras relativas ao tema que me chamaram a atenção: - Esforçar : Tornar-se forte; trabalhar com afinco. - Ambição : Desejo de poder ; fama; honrarias ; etc. - Aspiração, desejo intenso. - Dicionário da Língua Portuguesa- Ruth Rocha. - Quando é possível, e como, conciliar ambição com esforço ? Como é possível conseguir algo sem afetar o próximo ? Perceba que muitas das nossas ambições que resultam em atitudes fora dos limites são conseqüências de uma obrigação que temos para com a sociedade. Usam drogas para fuga de problemas, outros para se aliarem a um grupo, outros para , digamos, causar.; Roubam tanto para adquirirem aquilo que não tem condição . Gastam mais do que possuem para comprar coisas desnecessárias para impressionar pessoas que não gostam. Como é vida é hilária, não ? Às vezes, temos pelo simples fato de ter. Ou temos para simplesmente dizermos que temos e que podemos adquiri-lo. Esnobismo ? Há quem diga que sim. Em termos pessoais, penso que ambição não seria um problema em si, se tornaria sim quando não dosado. Como um remédio que cura, mas em exagero, mata. Sem ambição , do que viveriam as metas que traçamos ? Do que valeria tantas noites de estudo se não almejássemos um bom resultado em algum vestibular ? Do que valeria um bom médico se não buscasse a cura da AIDS ? Ou um bom arquiteto que não quisesse vender sua idéia ? Não valeriam. Seriam um entre muitos. Há de se ter objetivos em mente, Sonhos, inclusive, são nossas metas em rascunho para um objetivo futuro. A questão é quando esta ambição se torna descomunal e ultrapassa uma mente sã. Quando o preço de tudo isso se torna alto demais a se pagar. Como o assassinato de uma criança de 13 anos, ou um assalto à uma pedestre idosa, o seqüestro de um vereador rico, ou até mesmo a aposta de uma família em jogo. Até que ponto você chegaria para alcançar aquilo que mais deseja ? Ao menos uma coisa é certa: Não temos resposta para todas as perguntas. E ainda dizem que somos plenamente racionais...