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Frase de Augusto Matos

Geração individualizada de energia elétrica Tenho um pensamento com ares visionários, o qual consiste em uma teoria sobre o rumo que será (ou já deveria ser) tomado por muitos países no sentido da geração sustentável de energia elétrica, portanto, passo a discorrer sobre os aspectos dessa questão preponderante para um bom andamento do desenvolvimento sustentado relativo às matrizes energéticas. Vislumbro o cenário para um porvir dentro de poucas décadas, uma tendência que pode ganhar força já no paradigma socioambiental contemporâneo. Posto isso, enxergo a importância da ideia que denomino como "geração individualizada de energia elétrica", a qual se traduz por práticas e dispositivos setorizados focados para se suprir demandas energéticas nos âmbitos residenciais e corporativos, dessa forma, sob o espectro crescente de novas tecnologias e equipamentos em gênese nas vanguardistas universidades e centros de pesquisa, tanto para fins industriais como domésticos, tendo em vista a otimização do consumo de energia elétrica. Destaco a aplicabilidade de primorosos e importantíssimos equipamentos geradores de energia limpa, ou seja, por meio de processos não poluentes para amealhar eletricidade sem trazer danos ao meio ambiente. Sou entusiasta das turbinas eólicas, das placas de energia solar, dos geradores por meio de energia cinética e biomassa. Minha ideia consiste na construção de casas ecológicas e prédios corporativos/industriais incorporando soluções arquitetônicas e de engenharia, aliadas a mecanismos e eletrodomésticos que otimizam o emprego da energia elétrica, mas o grande diferencial é a instalação de equipamentos de geração de energia para suprir a demanda da respectiva construção, com efeito, gerando-se energia a partir de uma determinada residência, por exemplo, um percentual de eletricidade proveniente da rede da respectiva concessionária de energia deixaria de ser demandado, num efeito coletivo amplificado, muita energia seria poupada nesse processo, acarretando uma necessidade cada vez menor de se recorrer à ampliação da matriz energética nacional. Inicialmente, toda novidade tecnológica, por mais útil e necessária que seja, tem um custo de produção elevado, entretanto, com o decorrer do tempo, em razão da demanda de consumo e aplicação, os custos são automaticamente minimizados, tornando mais acessíveis e presentes essas tecnologias nos lares, empresas e indústrias, sem dizer que na zona rural isso terá um efeito poderosamente benéfico, visto que as possibilidades de geração de eletricidade de forma localizada implica em autossuficiência, ou menor dependência de infraestrutura e de um fornecimento de energia alheio à propriedade. Afora a geração de energia elétrica, os biodigestores, por exemplo, proporcionam a geração de um outro tipo energia, que é o gás natural, o qual além de poder ser empregado para combustão em fogões etc. ainda pode movimentar geradores de eletricidade a gás; agregue-se a necessidade de popularização dos carros elétricos, os quais poderiam ser abastecidos domesticamente, propiciando imensa economia à população, entretanto, isso se chocaria com "grandes interesses", por exemplo, da Petrobras... Os desdobramentos possíveis partindo da geração individualizada de energia elétrica são amplos, uma força motriz em prol da sustentabilidade no campo energético. O Brasil, privilegiado devido aos seus atributos geográficos, tem atualmente a configuração de sua matriz energética disposta em 75% da geração de eletricidade proveniente de usinas hidrelétricas, complementadas por usinas termoelétricas, as temerárias usinas nucleares e as demais fontes alternativas. Destaco o fato de as turbinas eólicas serem mais viáveis que as usinas nucleares, por vários motivos, cujo investimento se pagará ao longo dos anos, sem os riscos de catástrofes ambientais e produção de lixo atômico. Essa é uma macrovisão, que se grandemente fracionada, resulta na ideia da geração individualizada de energia segura, limpa, inteligente, sustentável, técnicamente viável e, com o decorrer das décadas, economicamente compensadora. Tantos são os argumentos prós, mas a acolhida depende da capacidade de visão das lideranças, da boa vontade, da sensata compreensão do grave contexto ambiental do planeta e da colaboração individual ecoando no coletivo, englobando as diversas esferas sociais.

Augusto Matos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Alea jacta est Fui perguntado sobre os riscos de se praticar ciclismo no trânsito de uma metrópole ou de alguma outra grande cidade. Calei-me. Pensei e respondi: — É muita gente normal dando vida a um trânsito anormal, o qual tantas vezes causa neuroses e tira vidas. Mas, que saída se tem? Se mudar para Amsterdã ou Copenhagen? Tais cidades, em certos contextos, têm mais bicicletas do que carros no trânsito... É possível ser cidadão do mundo, identificar-se com o que de bom há em cada hemisfério, continente, país, região. Mais ainda, pela fé cristã, temos cidadania celeste, não havemos de nos conformar com este mundo, mas lutarmos para não nos degradarmos nele. Nem que isso custe abstinências e/ou isolamentos. Nesse ideal, também somos reputados como ovelhas para o abatedouro, numa causa aparentemente perdida. Microdigressão: de onde foram extraídos, por exemplo, os personagens Capitão Nemo, de Julio Verne; Robinson Crusoé, de Daniel Defoe; Dom Quixote, de Cervantes; Príncipe Míchkin, de Dostoiévski? É preciso respirar fundo e tocar em frente, especialmente de bicicleta... Mas, respirar fundo, no sentido literal, implica interiorizar nos pulmões o ar impregnado de partículas poluidoras do ar, lançadas por carros, motos e ônibus, estes últimos ícones do transporte de massa, tido como solução plausível aos caóticos congestionamentos. Assim como existem fumantes passivos, há os inalantes passivos da poluição, sejam eles ciclistas, pedestres ou os próprios motoristas, estes últimos acabam dando "tiro nos pés"... A tecnologia da eletricidade para motores de carros, ônibus, trens, motos e bicicletas existe, já está bem desenvolvida, acompanhada da tecnologia do hidrogênio veicular. Até existem carros movidos a ar! Então, como podem ser lançadas diariamente na atmosfera toneladas de poluentes via escapamentos? Quero pedalar e respirar algo melhor! E depois, expirar, inspirar e transpirar mais saúde... Ou será que, para contrabalancear, terei que cuidar ainda mais da alimentação já repleta de antioxidantes e depurativos? Chega-se num ponto em que não basta alimentar-se de forma saudável, praticar uma sadia atividade física e dar uma parcela de contribuição ao desafogamento do trânsito. A lei do consumismo e do mercado, além de manter combustíveis fósseis sendo queimados, acresce mais veículos no trânsito a cada dia, as ruas e avenidas não se expandem na mesma proporção, ao passo que a lei da Física diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Portanto, conflito gerado, polêmicas disputas de interesses e opiniões, enquanto o futuro (já apocalíptico) do planeta está em jogo. Epílogo: pensamento latino, Alea jacta est (a sorte está lançada).

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Para a musa Luiza L indamente meus dias são preenchidos quando penso em você U nindo a beleza do meu sentimento e entrelaçando emoções I mpar sensação interior que me causa tanto contentamento Z ênite entre meus sonhos e a tua face mais encantadora A mando, eu, sutilmente e pacientemente, aguardo os acasos...

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Sementes Sementes singelas semeadas; Sutileza e continuidade; Germinada nova verdade; Brotos vitimados por geadas. Sobrevivência vil ameaçada; Galhos teimosos podados; Seiva e tronco judiados; Sentenciada atrofia forçada. Milagres: pródiga natureza! Cuidados à persistente planta; Reduzidas aridez e aspereza. Folhas e flores admiráveis: Pólen, frutos, sementes. Solo e raízes formidáveis.

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Linguagens A natureza tem um alfabeto e um idioma peculiares para nos expressar sua sabedoria, cuja procedência é celestial na origem, além disso, as linguagens possíveis de serem extraídas na interação com ela são vastas. Mas existem outras linguagens e formas de expressão, por exemplo, os inúmeros idiomas pátrios e seus diversos alfabetos, numerais, codificações... há as linguagens de programação na informática, linguagens pictóricas, linguagens icônicas, linguagens corporais e dos sinais, as preces religiosas e orações, os mantras, as partituras musicais etc. Há o idioma dos sentidos e há o idioma transcendental. É bem comum e sensato chegarmos à conclusão de que somos sempre analfabetos em alguma coisa, portanto, prudente é não se contentar somente com a alfabetização secular, acadêmica, mas acrescentar novas formas de interagir com tudo aquilo que nossa percepção consegue captar, assim como agregar novas ferramentas de captação do que está em nós, um microcosmo, bem como do que perpetuamente estará ao nosso redor, o macrocosmo. Entretanto, resumo tudo no mais importante, o idioma universal, a linguagem sublime e eterna, simples e suprema, capaz de abarcar todos os demais idiomas e formas de expressão supracitadas, e o tal... é o Amor!