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Frase de Cris Oliveira

Solidão Novamente caminho sozinha por estas ruas prosaicas e sem expressão. Os beijos e toques sem emoção, continuamente me fazem companhia... Sinto-me no açougue e eu carne desejada apenas para saciar a fome. Meu sabor perdeu-se como o ar puro... tão raro em nossas poluídas cidades. Sou um um anjo sem asas e sem aréola à procura neste planeta terra da minha perdida graça

Cris Oliveira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Cris Oliveira

Refletir sobre o que tanto queremos da vida não é tarefa difícil... o difícil muitas vezes é a forma com a qual tentamos fazer com que este "tanto" se torne uma realidade
CHOREI Como é difícil expor nossos sentimentos sem caneta e papel em mãos... para quem nem alvo é de meus delírios, nem tampouco inspiração de meus sonhos... mesmo assim chorei... quando para um estranho descarreguei tudo que engasgado estava em mim... tudo o que me entristecia…
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CHOREI Como é difícil expor nossos sentimentos sem caneta e papel em mãos... para quem nem alvo é de meus delírios, nem tampouco inspiração de meus sonhos... mesmo assim chorei... quando para um estranho descarreguei tudo que engasgado estava em mim... tudo o que me entristecia antes, tudo o que me faz sorrir hoje e chorei... Já sem lágrimas a acariciar o meu rosto agora penso... o que leva uma pessoa a tal reação. Sempre encontrei facilidade em expor-me por palavras escritas e não faladas... aquelas acompanhadas a olho nu, então vejo-me embriagando os ouvidos de outrem com os meus sentimentos... sinto a garganta travando a cada palavra que digo, olhos inchando, no rosto nem mais um sorriso... lágrimas a acariciar o meu rosto... Novamente chorei

LAMENTO Tantos são os sonhos perdidos Rostos sem sorriso
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LAMENTO Tantos são os sonhos perdidos Rostos sem sorriso Que de tanto presenciar isto A minh'alma chora Lembranças boas de outrora Com o vento se esvaiu O beijo doce, amargo tornou-se agora O toque nunca mais este corpo sentiu Os bons sentimentos estão ficando escassos A falta de amor e de desejo um eterno fardo Com grades estão as portas do meu pensamento Restando-me agora escrever este lamento Sem sonhos minha vida não vinga Oh triste dia, triste vida, triste sina Há anos choro sem lacrimejar Por esta vida, meu triste pesar

LAGRIMAS A primeira lágrima caiu e nem era noite A canção já não mais ecoava aquela bela sintonia
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LAGRIMAS A primeira lágrima caiu e nem era noite A canção já não mais ecoava aquela bela sintonia O sol se punha e eu extasiada com minhas vãs iras Os pássaros buscavam refúgio nas copas das árvores A lua tímida saia refletindo assim a minha incerteza Se mostrava cheia e eu mostrava-me a ela incompleta Qual o cheiro do vento? Tão salgadas são minhas lágrimas São líquidas e não consigo saciar minha sede Sem lenço enxugo-as em minha camisa Como criança agora me vejo por este ato Mas com uma inocência já não tão real