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Frase de Janilma Lins

⁠QUADRINHAS DE UMA BRUXA Garotinha esquisita, que vivia a imaginar... sempre falava sozinha, sem ninguém pra lhe escutar. Sua vida era bela, pois criava lindas telas, onde queria estar. O real e a fantasia era tudo que queria, para vida exaltar. Mas o tempo não perdoa, a rotina era uma canoa com buracos a lhe afundar. Ela então lembrou de um tempo, em que apagava seus lamentos, com a borracha do sonhar. Hoje de cabelos brancos, arrastando os tamancos e as borboletas em sua mente o que fazer pra segurar? Na verdade seu desejo, já não era um segredo... é ter assas pra voar.

Janilma Lins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Janilma Lins

Os primeiros raios de sol vem trazendo o som da mais bela orquestra e uma essência suave quase imperceptível; O bule dança sobre as chamas espalhando um novo perfume enquanto novos sons surgem aos poucos abafando a beleza do primeiro. A rotina chega e junto o esquecimento do mi…
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Os primeiros raios de sol vem trazendo o som da mais bela orquestra e uma essência suave quase imperceptível; O bule dança sobre as chamas espalhando um novo perfume enquanto novos sons surgem aos poucos abafando a beleza do primeiro. A rotina chega e junto o esquecimento do milagre de acordar.

Ascendo um cigarro e, a memória da noite passada parece se reproduzir na fumaça. O cheiro dela... Se desfaz na lembrança de sua pele fresca junto ao aroma suave de alfazema que sinto nos lençóis. A cada trago, lembro-me de seus beijos com sabor frutal do batom vermelho rubi. Pa…
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Ascendo um cigarro e, a memória da noite passada parece se reproduzir na fumaça. O cheiro dela... Se desfaz na lembrança de sua pele fresca junto ao aroma suave de alfazema que sinto nos lençóis. A cada trago, lembro-me de seus beijos com sabor frutal do batom vermelho rubi. Parece que sinto a maciez dos teus lábios na minha pele. Cinzeiro, cinzas e pontas de cigarro. Lembranças da cama desfeita, dos nossos corpos largados e exaustos de tanto fazer amor só por amar...

Pingos de chuva escorrendo no vidro da janela do quarto. Enquanto observo... Seus lábios, suavemente deslizam pelo meu pescoço e ombros. Com uma das mãos, solta meus cabelos, enquanto com a outra, segura minha cintura.
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Pingos de chuva escorrendo no vidro da janela do quarto. Enquanto observo... Seus lábios, suavemente deslizam pelo meu pescoço e ombros. Com uma das mãos, solta meus cabelos, enquanto com a outra, segura minha cintura. Na vitrola a doce voz francesa de Piaf em La vien en rose. Que momento perfeito. Chuva do lado de fora. Palavras, carícias e troca de olhares. Apesar do tempo...O quarto é aquecido pelo amor.

Encosto meu rosto em seu peito e, sinto seu perfume levemente amadeirado. Seus pêlos se movem ao ritmo da minha respiração e, com as pontas dos meus dedos em movimentos circulares​ e imperfeitos, descubro sua pele macia. O som da sua voz serena me envolve em seu corpo, enquanto…
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Encosto meu rosto em seu peito e, sinto seu perfume levemente amadeirado. Seus pêlos se movem ao ritmo da minha respiração e, com as pontas dos meus dedos em movimentos circulares​ e imperfeitos, descubro sua pele macia. O som da sua voz serena me envolve em seu corpo, enquanto sua mão, afaga meus cabelos. Carinhosamente beija minha testa. Seu calor, a penumbra, o silêncio me conduz aos mais doces sonhos, onde mal algum pode me ferir enquanto durmo em seus braços.