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Frase de Kleber Abdul al-Nasr

A primavera nos ensina que nada é definitivo, mas tudo tem seu tempo. Ela chega com cores, perfumes e vida renovada, provando que a natureza sabe recomeçar: o que parecia morto sob o inverno desperta outra vez, forte e bonito. E quando pensamos também na morte, não é para ver o fim como apenas uma ruptura triste, mas como a outra parte da mesma lei da existência. Assim como as flores desabrocham e depois murcham, caem e se transformam em adubo para nova vida, a nossa passagem faz parte desse ciclo eterno. Não há primavera sem ter havido semente entregue à terra. Não há renascimento sem que algo antes se complete. A beleza da estação nova não nega a morte, ela nos mostra que a finitude não é fracasso: é o preço da própria beleza, da intensidade de viver e de amar. Viver com consciência disso é ganhar sabedoria: aproveitamos melhor cada dia, cada encontro, cada momento de luz, sabendo que tudo é passageiro e, por isso mesmo, se torna mais precioso. A primavera nos lembra: enquanto houver vida, há renovação; e quando chegar a hora da partida, seremos também parte do caminho que segue adiante.

Kleber Abdul al-Nasr

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Kleber Abdul al-Nasr

Talvez a gente passe a vida procurando nos outros aquilo que, silenciosamente, ainda tentamos encontrar em nós mesmos: pertencimento, acolhimento, compreensão e sentido. No fundo, muitas vezes, não buscamos alguém, buscamos um reflexo daquilo que somos ou desejamos ser.
O silêncio nem sempre é fruto da minha escolha, mas nele habita um mistério que a razão não alcança. As verdades, como sementes invisíveis, recolhem-se nesse espaço oculto, esperando o tempo certo de germinar. É no silêncio que o ser se confronta com o que é, e o que ainda não ou…
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O silêncio nem sempre é fruto da minha escolha, mas nele habita um mistério que a razão não alcança. As verdades, como sementes invisíveis, recolhem-se nesse espaço oculto, esperando o tempo certo de germinar. É no silêncio que o ser se confronta com o que é, e o que ainda não ousa revelar. Pois o silêncio não cala, ele guarda.