Frase de Eduardo Leite
Dou ouvidos ao que desalinha o mundo, e deixo um verso decidir se vira riso ou lágrima. Escrevo no improviso bilhetes de poesia que escorrem por frestas, até cair nas mãos certas. Às vezes me embaralho e viro silêncio. Faço do texto um abrigo, e entre uma frase e outra sussurro uma oração, pedindo clareza para o coração que insiste em cantar. E mesmo torto, mesmo simples, sigo rabiscando.
No pensador.ai desde