Frase de Rayme Soares
Lavei o rosto para não permanecer Com a sujeira daquelas palavras Sujei as mãos ao remover o fel Das tramas sinistras e veladas Levantei os pés para sair do brejo Articulei as juntas quando me encolhi Pra sair das “glórias” que não invejo Eram só inglórias quando as vi Foi sair e saber de longe do meu nome Foi sair e perceber que nada perdi Deixar que se consumissem os que não me consomem Os que não mais me consomem São ferozes entre si e a si comem Foi sair e ter tempo pra cantar, voar, luzir...
No pensador.ai desde