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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Mônica Em Puro Balanço Mônica, farol que me guia na existência, Em teu olhar, a luz que me alumia Alma cativante, de essência e persistência Em teu sorriso, a melodia que me extasia Deusa de beleza ímpar, graça divina, Em teu corpo, a perfeição que me encanta Musa inspiradora, em ti a poesia se inclina Em teu amor, o meu coração se acalma e se agiganta Mulher de fibra, de garra e de audácia, Em teu espírito, a força que me move Em tuas palavras, a sabedoria que me sacia Em teu abraço, o porto seguro que me envolve Mônica, a flor que desabrocha em meu jardim Em teu perfume, a doçura que me embriaga Em teu amor, a mais bela canção que existe Em tua presença, a alegria que me contagia Mônica, a estrela que guia o meu caminho Em teu brilho, a esperança que me acende. Em teu coração, o amor que me define, Em tua vida, a felicidade que me transcende.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.