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Frase de Claudine Bernardes

Gosto de janelas! Através delas observo a vida. Janelas nos conduzem a outras janelas. Nos mostram o mundo e uma infinidade de possibilidades. Eu gosto de possibilidades. Janelas são possibilidades. Meus olhos são janelas que me conduzem para fora de mim, por onde os demais me espreitam, me descobrem. Janelas são descobertas. Um canal de comunicação bilateral onde tudo flui. Um intercâmbio de ideias, desde onde as mudanças surgem e se perpetuam.

Claudine Bernardes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Claudine Bernardes

Quando entrarmos em caminhos pedregosos, lembremos que as pedras que não podem ser removidas ou desviadas, poderão ser escaladas, porque Deus nos criou com mãos e pernas para escalar.
Meu filho é um oceano, onde às vezes sinto que me afogo por não saber nadar. É tão belo em seu azul infinito, porém no mesmo lugar onde reina beleza e calma também há tempestade e perigosos monstros marinhos. Às vezes observo meu reflexo nas suas águas e vejo que o monstro sou eu…
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Meu filho é um oceano, onde às vezes sinto que me afogo por não saber nadar. É tão belo em seu azul infinito, porém no mesmo lugar onde reina beleza e calma também há tempestade e perigosos monstros marinhos. Às vezes observo meu reflexo nas suas águas e vejo que o monstro sou eu.

Não me omitirei Serei o martelo que golpeia a tua consciência Te perseguirei pelas ruas e gritarei teu crime,
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Não me omitirei Serei o martelo que golpeia a tua consciência Te perseguirei pelas ruas e gritarei teu crime, Te incomodarei de mil maneiras, não te darei paz. Quanto te olhes no espelho, serei o teu reflexo, te apontarei o dedo e te chamarei covarde, covarde por viver só para ti, covarde por não agir, por pensar que o pouco que faria não seria nada; quando o teu “nada” poderia ser o tudo para alguém. Publicarei nos jornais tua cruel omissão, porque tuas palavras vazias e teu olhar de pena, não alimentam a fome dos flagelados do mundo. Te caçarei no cinema, nas lojas, na academia, em todos os lugares onde alimentas a tua futilidade. Te farei lembrar da mão estendida, do prato vazio, das noites escuras de outros, que dormem sem teto, que já não têm mais lágrimas para derramar.