Pular para o conteúdo

Frase de Jonathan Humberto Freitas Ferreira

⁠BOLA DE COCO Quando estava no primário, tinha o gosto de jogar bola no intervalo do recreio com as demais crianças de minha época. Era fascinante, e os minutos que tínhamos para brincar nesse intervalo era insuficiente, então, toda vez atrasavamos para retornar. Isso deixava a diretora da época inconformidade, de modo que aplicou a punição da proibição de levar bola de futebol para a escola. Como forma de contornar isso, levávamos litro de guaraná de 2 litros para substituir a bola de futebol. Mas não tardou muito e também foi proibido. Por fim, eu tive a brilhante ideia de levar coco e achei genial, pois o coco é duro e rígido sua casca, e também tinha um formato próximo do arredondado, o que facilitaria para substituir a bola de futebol. Realmente foi uma ideia brilhante, eu só não previ que teria alguém mais inteligente que eu que iria tentar fazer um gol de cabeça. Moral da história, não brinque com a comida.

Jonathan Humberto Freitas Ferreira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Jonathan Humberto Freitas Ferreira

⁠"Nossa, você tem um humor ácido." À bem da verdade, embora esteja escrito humor ácido, que é o mesmo de humor "negro" (não utilizado porque alguns politicamente idiotas corretos consideram esse termo racista), o correto mesmo é ter uma opinião concreta e robusta da realidade, o…
Continuar lendo

⁠"Nossa, você tem um humor ácido." À bem da verdade, embora esteja escrito humor ácido, que é o mesmo de humor "negro" (não utilizado porque alguns politicamente idiotas corretos consideram esse termo racista), o correto mesmo é ter uma opinião concreta e robusta da realidade, ou melhor, um ponto de vista crítico que é considerado como humor. A história conta sobre Gregório de Matos, que foi considerado um comediante. Por conta de suas piadas foi criticado e sofreu severas penalidades. Então, hoje em dia convivo com a seguinte realidade, se eu não poupar minha própria opinião, inevitavelmente sofrerei o mesmo destino de Gregório de Matos. Sou obrigado a respeitar a opinião ridícula de todos mas devo cercear a minha própria, porque a sociedade não evoluiu o suficiente para conseguir ouvir o próximo, deve-se externalizar aquilo que esteja alinhado com o ditame popular. É ensurdecedor o silêncio de quem concretamente vê! Ou seja, convivo com a constante inconstitucionalidade, pois a constituição veda a "CENSURA", que é cercear seu pensamento ou modo de ser. Enfim,ahipocrisia!

⁠Na democracia em que estamos, o silêncio é a única liberdade de expressão imune de insultos. Se calar é berrar por um partido sem professar sua sigla. Quase impossível optar por preservar as relações em detrimento de divergências ideológicas e políticas.
Continuar lendo

⁠Na democracia em que estamos, o silêncio é a única liberdade de expressão imune de insultos. Se calar é berrar por um partido sem professar sua sigla. Quase impossível optar por preservar as relações em detrimento de divergências ideológicas e políticas. É uma guerra que já te colocam num lado sem ter escolhido onde quer estar. Não há diferenças, insustentável tal convívio. O pluralismo político é um irrelevante jurídico, com mesma força normativa, e até inferior, que o preâmbulo da constituição. A liberdade de pensar já não condiciona a existência, como apregoado por Renê Descartes. Há igualdades, e o que escapa disso não merece existir no seu círculo social. Que minhas críticas sejam lidas politicamente, cada qual me vendo mais partidário que os próprios concorrentes. Que a acidez interpretada de tudo escrito seja mais ardente que o próprio inferno de Dante, reservado pra mim, no pior lugar, para os aderentes da neutralidade. Lá, Gregório de Matos me aguarda para juntos nos embebedarmos e rir dessa sociedade desolada e acanhada. A esquerda carrega de maneira destra sua foice comunista, e a direita com sua canhota empunha o fuzil para combater a criminalidade.

⁠Flamengo x São Paulo, ou, São Paulo x Flamengo O Vermelho, Que cobre a preta cor;
Continuar lendo

⁠Flamengo x São Paulo, ou, São Paulo x Flamengo O Vermelho, Que cobre a preta cor; Figurada nas diversas formas e contextos; Eclodidos da regata, ou, de São Pedro; Esvai-se nos campos, sob a isóceles e remo. A paixão que te fulmina; Sob a planície esverdeada; Quebranta sensíveis sorrisos; A afável reação amada. Tantas e tantas; São suas caricaturas; Reagentes às jogadas; Atentos, focados; Às infinitas dobraduras. O objeto circunférico; Controla multidões; De um lado trás alegrias; De outro decepções; Mas ao fim, muitas emoções. A bola dança sob pés; de habilidosos, de jogadores; Corre no chão; Voa entre torcedores. E sob a vicissitude de seu olhar; Na amplitude de seu sorriso; Despis-me de minha solicitude; Para usufruir-me de sua infinitude; A amplitude do sentimento; Comungar-mos-nos de torcer a longevitude do futebol. E assim; Seu coração de cinco pontas, a figura isóceles; Despontou meu escudo vermelho listrado de preto; As iniciais do Flamengo; Ao longo do escudo se entrelaçam; Sobrepondo-se uma sobre a outra; Semelhantemente, também nossos destinos. E o Rubro-negro, Sucumbe ao Santo Paulo de Tarso; Falas suas são, e às usurpo; Eu te amo procliticamente! Amar-te-ei mesocliticamente! Amo-te encliticamente!

⁠Temos nossa constituição, a qual compreende nossos princípios, nossa linguagem própria, e nossas cláusulas petreas. . Eu já te conhecia sem te conhecer, pois habita minhas aspirações.
Continuar lendo

⁠Temos nossa constituição, a qual compreende nossos princípios, nossa linguagem própria, e nossas cláusulas petreas. . Eu já te conhecia sem te conhecer, pois habita minhas aspirações. . O Rorscharch em mim saúda o rorscharch em você. . E que os infindáveis verbos nunca sejam o suficiente para tecer os textos que dignificam o que sinto por ti.