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Frase de Rahif Soliva

⁠Eu e você contra o mundo é como em um conto. Dois melhores amigos, se amando, brigando como irmãos, Que se amam, se provocam mas se protegem acima de tudo. Não é sobre nada contra, na verdade sobre muito a favor. A favor de se doar, torcer, pertencer, permitir juntos. Sempre juntos, sempre próximos para tudo. Em todos. Para viver tudo, sentir tudo, alcançar tudo. Ganhar tanto. E não é ganhar de vencer. Ganhar de se permitir. É partilhar e viver, momentos, emoções e sentimentos. Não é sobre mais pra menos. Maior ou menor. Melhor e pior. É sobre conseguir, estar ali, de viver para saber. Também é sobre construir. O amor, o afeto. Um abrigo. Não conter, delimitar ou para desconstruir. É destruir o apego, o medo de ir. Porque já vai voltar. Não há perdas, só há ganhos. Lembranças, recomeços. Chuva que não alaga represa. Só pode contribuir, retribuir. Para que o amor recomece de onde o apego foi cego.

Rahif Soliva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Uma vez um certo garoto me contou que algo procurava, por mares viajava e que para ele era muito importante. Estava sempre a procurar, mas realmente era muito dificil de encontrar, ninguém tinha ou ao menos sabia explicar. Ele sempre dizia que iria tentar buscar e recomeçar, o qu…
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Uma vez um certo garoto me contou que algo procurava, por mares viajava e que para ele era muito importante. Estava sempre a procurar, mas realmente era muito dificil de encontrar, ninguém tinha ou ao menos sabia explicar. Ele sempre dizia que iria tentar buscar e recomeçar, o quanto precisasse não importando seu fraquejar. Muitas vezes enganado e ferido se colocava a orar, e seu Pai sempre lhe pedia calma, pois sua vez iria chegar. Bastava respirar, acreditar e continuar a velejar. Em confissão de amigo me falou do perigo que era amar. E me disse que as coisas bonitas, nem sempre infinitas, a todos deveriam alcançar. E então logo partindo foi a se sujeitar. Em um dia de outono, sem rumo e sem dono sentou-se aos pés de uma árvore a pensar, em como seriam seus dias se uma utopia vivia e mais longe deveria estar. Certo dia um livro perdido e encontrado mudou este verso com enigmas perdidos para ele então desvendar. E desde este evento encontrou a motivação que estava a buscar. Voltava a sorrir, e se sentia feliz por assim estar; que também tinha seus receios, mas que era bem diferente e não iria recuar, de frente iria ficar, em um simples complexo, sem se preocupar. Meus conselhos ao garoto foram sóbrios, até cheguei a lhe alertar, mas quem disse que ele iria me escutar? Ele cantarolou e escreveu, deste livro leu e um mapa foi a pintar, e sua mente em moradia finalmente se fez um lar. E então contava os minutos para novamente em suas páginas estar. Perdeu a conta de quantas vezes pensou em sua escrita e sentiu sua falta de verdade em ansiedade. Contentou-se em sentar a sua espera, com seu presente em mãos e a viola no chão, sentia um vão. Na luta contra o tempo não há argumento então, já em seus aposentos veio a repousar. Logo o garoto tornava a velejar. Eu sei que ele não me ouviu e nem me ouvirá. E no fundo, realmente no mar mais profundo eu sei que a si mesmo ele encontrará. E nunca mais voltará ao solo, nem por um segundo, não. E eu então saberei realmente que ele sempre teve razão.