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Frase de Fábio Silva

Se fosse-me permitido subdividir a história individual em duas, tomaria a liberdade de classificá-las em a) história oculta de cada indivíduo; b) a história visível de cada indivíduo. Portanto, história oculta e história visível. "O Supremo Ser inteligente", sempre se incumbe de cuidar da parte da história <oculta>. Esta, é exatamente a parte da história, de nossa história, da qual não vemos muito menos nos preocupamos. Já a história visível, a que vemos, é aquela que para nós seria de maior importância, porque é aquela em que depositamos todos os nossos anseios, e despendemos esforços a fim de resolvermos o que nos é caro! Mas, como que numa ilusão de óptica, é exatamente esta parte da história, a que nós velamos mais, que é a menos importante, em relação à parte da história oculta - a que não vemos nem nos preocupamos. Aqui está o cofre dos tesouros de nossos mistérios individuais. É isso, e não aquilo, que determina, por assim dizer, o nosso caminho. E lá, na história <oculta> - caverna onde estão abrigados as nossas ações subconscientes -, que parte nossos princípios mais desconhecidos. Somente com uma mente apurada e límpida, treinada diariamente a enxergar a visão holística das coisas, a visão total delas, que perceberemos que a história oculta sempre fora <cuidada>. Mas, como que por um preço exigido pela percepção de tal apurada visão, quando começamos a ter consciência do oculto e este parece já ser <visível>, aí parece que se "desfaz" o cuidado. Pois na história visível, damos e procuramos dar sempre, o nosso jeito. Como na história oculta o cuidado, ou melhor, quem dela cuida, pouco ou nada se importa com o meu cuidado, quando é o "DESTINO INTELIGENTE" quem se incumbe de forma total a determinar as suas formas, sem um pingo sequer de minha ajuda, de meu dedo muito menos meu braço, a coisa FUNCIONA perfeitamente. Mas, quando tenho tal consciência, quero sempre fazer o que nem sempre, com a já consciência clara do oculto, devo fazer. Pois ter a visão total, clara das coisas ocultas, não é nem nunca foi o maior desafio - por mais penoso que seja chegar a tal nível. O mais difícil, é saber selecionar o que devo ou não fazer, quando apuro minha consciência. Em outros termos mais simples: o que devo fazer e o que não devo fazer. Ou, o que devo deixar com o DESTINO INTELIGENTE ( SUPREMO SER). 16:12 h 04.04.2018

Fábio Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Do discurso do orador. Existem obras escritas cujo conteúdo, assemelha-se muito a um discurso de um polido orador. O livro representa o orador. O conteúdo escrito, representa seu discurso. E o leitor, a plateia a quem se dirige o discurso. É com acertado brilhantismo que disse o Poeta: "a minha língua é como a pena de um habilidoso escritor". 🦉

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⁠A Matemática e a Física, são, digamos, ramos teóricos reconhecidamente Científicos e extremamente racionais, sem os quais, seria impossível estudar as leis Astronômicas que regem o Universo. Portanto, os estudos desse fenomenal efeito - a Natureza -, só são possíveis através do uso estrênuo da razão. Todavia, se por detrás de todo esse extraordinário fenômeno natural e assombrosamente organizado, não houve uma Razão na coordenação de tudo, como que se deverá fazer uso da inteligência para estudar efeitos de uma causa meramente irracional, cega, aleatória e espontânea? Se a causa fosse irracional, não haveria a necessidade de se fazer uso da devida inteligência, para se estudar seus efeitos. Em outras palavras: tentar fazer crer que não houve nenhuma Grande e fantástica Inteligência como causa de TUDO, cujos efeitos de tal CAUSA, necessariamente, precisam do uso estrênuo da razão, é, no mínimo, uma perfeita PIADA!!! 🦉