Frase de Antonio Ramos da Silva
Liberta a minha dor oh! Meu amor. . A chuva cai em prantos gota a gota segue seu destino, sem cor. A noite lamenta e chora. As paredes, gela. Minha alma em sentinela deserta, para. Liberta a minha dor oh! Meu amor. Ampara as minhas lágrimas. Perdido, deságuo num rio lamacento e não te respiro. Doce que és oh! Meu amor. Suspiro teu último beijo. Tento viver! O que a vida me fala e nada faz sentido. Comprimido o corpo seco desidratado de amor me fere a bala. Liberta a minha dor oh! Meu amor. Estou a partir. Viver e me ferir. No limite de mim a vida se cala.
No pensador.ai desde