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Frase de Amauri

Crônica sobre a Literatura Portuguesa Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...

Amauri

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Amauri

Não fique ai remando contra a maré. Se não for pra ser, não vai ser. Parcele a saudade. Ela é insuportável quando se deixa para lembrar tudo num só dia. ...
A mulher acredita que algo não está perfeito nela. Nada é tão ou mais satisfatório para o homem do que um par de glândulas mamárias; um par de cochas; um par de Nádegas. O homem é um ser convencido pelas necessidades psíquicas e fisiológicas da mulher e de todas as peculiaridades…
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A mulher acredita que algo não está perfeito nela. Nada é tão ou mais satisfatório para o homem do que um par de glândulas mamárias; um par de cochas; um par de Nádegas. O homem é um ser convencido pelas necessidades psíquicas e fisiológicas da mulher e de todas as peculiaridades que giram em torno dos dois mundos dela. Esse complexo sistema feminino entrelaça a fortaleza e o fracasso masculino, que são sustentadas pelos Deuses e demônios obedecendo sempre os sentidos e os instintos dela. O homem tenta em vão sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes criaram-se neles os sexos. Como o veneno da cobra sobre os olhos do rato assim a persuasão por seus instintos. Quanto ao homem, devia ter a consciência da injustiça que comete contra a dignidade dela. O problema do homem é o abandono dado a sua própria espécie masculina. Se a serpente fosse mais astuta que a mulher o homem teria comida a serpente. Para o homem Deus fez a mulher dotada de benignidade divina e dos castigos também divinos. Assim giram em torno da mulher: Deus e o diabo, o homem e a serpente. (A. Valim).

O lobisomem é encantador nas noites de Lua cheia e terrível enganador de mocinhas e donzelas desprotegidas; assim é a crença, a mitologia, o conto e tudo mais disseminados pela bíblia. O fascinante lendário lobisomem também é culpado por sustentar o pecado imaginário desde os nos…
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O lobisomem é encantador nas noites de Lua cheia e terrível enganador de mocinhas e donzelas desprotegidas; assim é a crença, a mitologia, o conto e tudo mais disseminados pela bíblia. O fascinante lendário lobisomem também é culpado por sustentar o pecado imaginário desde os nossos entes queridos; desde Nabucodonosor. Temos incerteza e medo, e por isso cultuamos o lobisomem nas encruzilhadas em noites escuras ou enluarada, caminhando rápido, coração acelerado, torcendo por não darmos um tropeção. Para todo o bem e mal é necessária a existência de um Deus e de um lendário Lobisomem criado para os conceitos e preconceitos da humanidade. Lobisomem também é um ser temente a Deus, às vezes tão fraco que foge com apenas uns rituais, uma velinha acesa, ou uma cruzinha na porta e outras simpatias de velhas e ciganas. O Lobisomem é uma verdade sustentada pelos anciões nas cabecinhas desprotegidas desde a infância. Para todos os lobisomens: um “Pai Nosso que estais no Céu”, e atravessamos a escuridão da noite sem nenhum arranhão. O lobisomem é um ser imaginário e o homem é tão temente a ele quanto ao castigo de Deus, se não merecer o imaginário paraíso junto aos deuses merecerás os campos orvalhados e o capim como alimento junto aos lobisomens e outros animais. (A. Valim).