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Frase de Georgia Chagas

DESABAFO... Não é de hoje que circula a ideia de que artista plástico não trabalha, vive de hobby. Mal sabem o auê que é produzir arte, o auê que é colocar a arte pra circular e por fim o auê que é vender. Até porque na cabeça dessas pessoas o artista não paga conta, vive de brisa. Tenho observado a maneira desrespeitosa que muitas pessoas lidam com o trabalho do artista, tanto a dar palpites estéreis, quanto a (ir) responsabilidade, a falta de compromisso. Viver financeiramente da arte é complicado por vários motivos e um deles é esse comportamento decepcionante por parte dessa mesma gente. É tão cruel essa ideia que, se você não consegue se "aprumar", a culpa é sua que não é bom o suficiente. O mais incrível é ver artista nessa banda... No meio artístico tem muita injustiça? Sim, tem! No meio artístico tem um querendo passar a perna no outro? Sim, tem! E retenção de informação? Também! Cansou? Cansei! Mas não desisto nunca, por isso continuo minha caminhada, na certeza de que estou dando o meu melhor, que não importa o que façam ou falem, o caminho é meu, escolhido por mim, o caminho que acredito ser possível viver num mundo tão cruel e desumano. E, o mais importante, porque a arte, para mim, é uma maneira de rezar. Afinal, todos temos limites e cada um com sua "Construção" servindo de atalho para seguir em frente. Ah, leiam "A construção" de Kafka.

Georgia Chagas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Palavras quanto nada ou tudo A magia da linguagem à distância é perceber a distância entre a intenção e as palavras usadas numa fala. As palavras caminham, caminham, caminham e, de repente, surge um dado que não faz relação com as palavras, mas com a intenção num curvo-turvo cam…
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Palavras quanto nada ou tudo A magia da linguagem à distância é perceber a distância entre a intenção e as palavras usadas numa fala. As palavras caminham, caminham, caminham e, de repente, surge um dado que não faz relação com as palavras, mas com a intenção num curvo-turvo caminho...

A estrutura da decisão. Uma decisão só deve ser vista como decisão quando tomada, primeiramente, dentro de nós, caso contrário não irá se sustentar quando colocada "à prova de público". Perdemos nossa credibilidade e tudo aquilo que viria através dessa decisão, talvez não aconte…
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A estrutura da decisão. Uma decisão só deve ser vista como decisão quando tomada, primeiramente, dentro de nós, caso contrário não irá se sustentar quando colocada "à prova de público". Perdemos nossa credibilidade e tudo aquilo que viria através dessa decisão, talvez não aconteça. Não por "olho gordo" ou algo do tipo, mas por falta de postura diante daquilo que se quer pra vida. E não que a opinião do outro sobre nós e sobre nossas decisões seja importante, mas quando vamos em direção ao que o outro pensa, fala, quer e nos deixamos levar, saímos do lugar que deveríamos estar quando decidimos por algo. Pode não ser simples, mas necessário. Afinal, o que é mais importante, o que se quer pra vida ou o que se quer pra um momento? Usemos uma balança para medirmos se o que teremos com tal atitude nos leva pra perto daquilo que queremos pra vida ou nos distancia... A questão vai ainda mais longe... Quando movidos por amor, não temos outro desejo a não ser ir em direção daquilo que o amor movimenta em nós, ou seja, se queremos e fazemos algo que nos distancia, é hora de nos perguntarmos se tal decisão foi tomada por amor... se o que nos movimenta é amor... se o que nutrimos é amor... Dessa forma podemos observar que nunca teve ou tem a ver com o que o outro pensa sobre nós, mas em qual base foi estruturada nossas decisões.