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Frase de Iasmin Borges

“Sim, eu sou insegura!” Hoje em dia isso virou um insulto. Indo contra a maré das empoderadas, assumo minha fragilidade e dou a cara a tapa. Não faço isso por vontade de me expor ou atrair piedade alheia, mas como um auto analise. Não repreendo de forma alguma as autoconfiantes, pelo contrário, as admiro muitíssimo. Sou insegura, mas tento não ser, é um exercício diário. Em momentos posso me sentir inabalável e poderosa e em outros tudo vai por água abaixo. Nesses momentos onde o exercício falha, qualquer palavra ambígua me faz sentir pequena, ínfima, patética. Não importa o quanto eu ache que estou bonita ou quão bem fiz algo, eu tenho necessidade de que isso seja verbalizado. Alguns podem ver nisso uma vaidade exagerada, porém na verdade isso é só mais um traço gritante da minha insegurança. Não é uma condição agradável mas confesso que na insegurança existe certa comodidade e é difícil se libertar do que é cômodo. Mas o ser humano precisa evoluir, mudar, crescer. Isso é intrínseco, essencial. Aos poucos estou aprendendo a gostar do meu corpo, o espelho, amigo de longa data, já não responde com rispidez aos meus olhares. Aos poucos me obrigo a me ver e me aceitar. Aos poucos as angustias e medos se vão. Aos poucos me conquisto e me apaixono por mim. Aos poucos quem sabe um dia eu me ame?!

Iasmin Borges

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Contrastes Eu sofro de excessos, você de contenções. Eu loquaz, você muda. Eu abismo, você planície. Eu mar revolto, você lago. Eu multidão, você retiro. Eu profusão sentimental, você parcimônia. Eu esperança, você ceticismo. Eu carência, você desapego. Eu insegurança, você conf…
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Contrastes Eu sofro de excessos, você de contenções. Eu loquaz, você muda. Eu abismo, você planície. Eu mar revolto, você lago. Eu multidão, você retiro. Eu profusão sentimental, você parcimônia. Eu esperança, você ceticismo. Eu carência, você desapego. Eu insegurança, você confiança. Eu resignação, você dominância. Eu despretensão, você orgulho. Eu amor, você também?

Acho essa história de “se fazer presente” muito subjetiva. Todos temos vidas corridas, trabalho, faculdade, curso, afazeres domésticos, animais de estimação... Tudo isso toma tempo e disposição sim! Acho importante reservar um tempo para as pessoas queridas, para o lazer e encont…
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Acho essa história de “se fazer presente” muito subjetiva. Todos temos vidas corridas, trabalho, faculdade, curso, afazeres domésticos, animais de estimação... Tudo isso toma tempo e disposição sim! Acho importante reservar um tempo para as pessoas queridas, para o lazer e encontros familiares, acho importante a procura, mas não acho que ela deva vir de uma só parte. Por que só uma das partes deve procurar, se disponibilizar, dar seu jeito? Por que só uma das partes deve ser compreensiva, entender, esperar? Quando ficou estabelecido que alguém deve seguir padrões e ideais de vida de outras pessoas para ser aceito, para ser amado e respeitado? Somente se é reconhecido como “ente querido”, parente, filho, irmão ou até mesmo amigo quando se vive sob as expectativas dos outros? Num mundo tão confuso, violento e cruel penso que perder bons momentos baseando-se em preconceito e falta de compreensão é total perda de vida, tempo e amor. Espero pacientemente o dia em que as pessoas serão mais amorosas e somente o amor importe. Até lá fico aqui com minha vida corrida.

A saudade é um sentimento estranho, as vezes me faz chorar, noutras me faz sorrir, lembrar, outras faz querer gritar e outras só faz calar, calar até sufocar, calar até o mundo inteiro não tem som e a única saída para dissipar essa dor, sua voz, o único som capaz de fazer tudo vo…
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A saudade é um sentimento estranho, as vezes me faz chorar, noutras me faz sorrir, lembrar, outras faz querer gritar e outras só faz calar, calar até sufocar, calar até o mundo inteiro não tem som e a única saída para dissipar essa dor, sua voz, o único som capaz de fazer tudo voltar. Meu mundo está assim agora, sem som e sem cor, só dor.