Frase de Erika Mendes
Quero não. Não quero o azedume daqueles que nasceram para criticar Não quero o silêncio dos acomodados que nada têm a acrescentar. Não quero o grito mexeriqueiro Não quero o silêncio traiçoeiro. Não quero ser vulcão, tampouco planta. Não quero ser oito ou oitenta. Não estou em cima do muro, tampouco cristalizada. Em meio à subjetividade da verdade Me afasto do sincericídio E me escondo da hipocrisia. Érika Mendes
No pensador.ai desde