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Frase de Richard Bach

Congelei de medo... tinha de fazer isso, não importa o que achasse correto para mim? Crescer é isto, ter de fazer o que as outras pessoas fazem? Não gosto do que está acontecendo aqui. Como posso sair dessa? Socorro! Como resposta, houve uma explosão no fundo da minha mente, portas arrancadas dos gonzos, uma força lívida arrebentando, agitando. Este idiota está querendo lhe dizer o que você deve ou não fazer? Que história é essa de ‘você tem que fazer’? Você não tem que fazer nada que não queira. Quem é este palhaço para mandar você fazer o que ele quer? Bati com o copo na mesa, a cerveja saltando da borda. – Eu não tenho que beber nada, Mike! Ninguém me diz o que fazer!” (Fugindo do Ninho)

Richard Bach

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Richard Bach

"Estamos sempre partindo. Sempre dizendo adeus."
De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco.
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De além-horizonte norte e além-horizonte sul, de além-terra a além-mar, reina, calmo e sereno, o céu. E reparei que o céu está sempre em movimento, mas nunca some. Que, aconteça o que acontecer, o céu está sempre conosco. Que o céu não pode ser afetado. Meus problemas, para o céu, não existem, nunca existiram e nunca existirão. Que o céu não interpreta o mal. Que o céu não julga. Que o céu, muito simplesmente, existe. Existe, quer desejemos aceitar esse fato ou nos enterrar-nos debaixo de mil quilômetros de terra ou mais fundo ainda, sob o teto impenetrável da rotina. — Ora, desça das nuvens, bote os pés no chão! – dizem as pessoas. Mas, em ocasiões tão diversas quanto naquela praia deserta ou numa rua super movimentada, eu fui transportada do mais negro desespero para a liberdade. Da irritação, da raiva e do medo para a constatação: — Ora, que me importa? Eu sou feliz! Só por olhar o céu... O céu não é Deus, mas para as pessoas que gostam de voar, o céu pode ser um símbolo de Deus e, pensando bem, até que um bom símbolo. ... O céu está sempre lá em cima. Não pode ser enterrado, transladado, acorrentado, arrasado. O céu existe, apenas, queiramos nós ou não, olhemos ou não para ele, amemo-lo ou odiemo-lo. Existe: quieto, grande, presente. O céu é uma coisa misteriosa. Está sempre se movendo, mas nunca desaparece. Não liga, para nada que seja diferente dele. O céu sempre existiu, sempre existirá. O céu não entende o mal, não fica ofendido, não exige que façamos nada em especial, em nenhuma altura. Não é um bom símbolo de Deus?