Frase de Wander LRG
Do alvitre da alvorada a avidez de existir “Na incessante inquietação de perceber-me um passo além do que é estar unicamente vivo, Há um prelúdio de temor que me faz razoar que estar vivo é como uma brisa que ao se extinguir, apenas se vai. Ainda que de rótulo torto, desapiedado e estereotipado de pífia robustez, o derradeiro é que seja forte. Todavia, Aprendi que não é preciso suportar fardos para provar nada a ninguém. Basta que contraponha-se liado ao construto existencial que crê. Seja suave, também, se isso significar seguir sua intuição ou fé. Respire... Apresente-se intrinsicamente procedente, convicto. Não exatamente inarredável, mas pensante. Ávido da eficácia de ser. Ou não, se isso não te transfere deleite, se não te entrega arrepio na pele. Fragmentar-se em tensões ligeiras é uma desventura que por um fio seria atemporal. Barganho incomplexidade e evito a dor, visto assim, apedeuto de mim. Amanheça-se! Parece-me bom olhar além da ótica, experimentar o ciclo e toda sua multiplicidade. Chacoalhe o luzeiro que vozeria dentro de si. Renuncie ser uma títere parte do quebra-cabeças da presença. Brade para si e encontre-se onde existir! Ruja fidedignidade! Evidente, se mais-querer. Assim como algumas estrelas, há seres que tempos depois de terem se apagado, Nos permitem vislumbrar o resquício de sua luz. As beiras de um dito fim, muitos fraquejam e muitos se anulam. A existência é funda demais. E para o infinito talvez a importância não esteja em que ponta você está de um gráfico...” (19/03/2020)
No pensador.ai desde