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Frase de Paulo Henrique Batista

ETERNIDADE ⁠ Gosto como as coisas acontecem, e se acontecem, gosto quando as sinto durar. Gosto quando tímida, toca o cálice, quando aperta os olhos só pra me encontrar. Amo quando escuta aquela música, e vicio quando fala sem parar, aquele assunto que só você sabe falar. Amo quando vem ao meu encontro, e as vezes sem jeito, ri para não me intimidar. Acho engraçado suas manias, tipo aquela de sempre fazer bico, para que eu possa beijar. Acho que não gostam do nosso jeito, amor leve, desprendido, sem muita frescura para estragar. A única coisa que odeio, é quando vai embora e não fica para o jantar, posso te oferecer um copo, uma toalha, e um amor eterno, se puder ficar…

Paulo Henrique Batista

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também
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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também De saudade, o poema é feito, e sabe, sinto saudade das palavras também Não direi mais saudade, mas segredarei que que é anseio, vontade, eu sei Desculpa, repetirei a palavra, que me invade, me toma, não sei Vivo por ti, durante a fala, eu disse, morro também Na verdade faço tudo que não falo, e as que falo, também o farei Meu amor, saudade, eu sei, você sabe, nós sabemos, também.

Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca…
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Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca de sua própria existência, buscando a verdade naquilo que ele acredita ser tangivel, o homem nega o mundo pressuposto pelo ser absoluto para achar a verdade em bases existenciais. Quando acha essa verdade, ele a nega, querendo ir mais fundo dentre seu conhecimento, ate chegar na verdade de que nada sabe e que o conhecimento empírico adquirido somente serve como base para a sua própria sobrevivencia, assim nao se tornando dono de suas sensações, a verdade lhe escapa entre os dedos, mas ele conhece nesse exercício que o ato de indagar as coisas que o precedem e que cercam a sua vida, lhe faz um conhecedor de ti mesmo, por fim o homem toma como verdade que vive em plena ignorância e que seu conhecimento nunca chegara a tal certeza, pois do mundo ele parti e no mundo acha suas próprias respostas falaciosas.