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Frase de Vinícius Dionizio

Há quem não se pergunte o motivo pelo qual suas pernas não assumem as funções de seus braços. Há quem o faça – pasmem, um completo acrobata. Há quem veja sua vida à espreita de uma janela empoeirada, coberta de passado e carente de futuro. Há quem viva intensa e sabiamente – pasmem, este último encontrou da vida o sentido. Há quem nade por águas profundas e se afogue em banheiras quentes de seus próprios confortos. Há quem, por não ter experiência alguma com água, sinta-se aflito frente à imensidão azul. Há, também, quem sonhe profundamente enquanto viaja no ônibus das seis da manhã enquanto vai ao trabalho. Mas há quem durma horas a fio sem nunca ter passado por experiências oníricas de cavalos com asas. Este último, sente medo da imensidão de si próprio, vive à margem de suas aspirações e não se lança aos questionamentos que o engrandeceriam se de outro modo vivesse. Assuma, desde cedo, o entendimento de si próprio, acredite-se, enxergue-se, viva-se.

Vinícius Dionizio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Vinícius Dionizio

Nos momentos difíceis, a vida parece reduzir-se ao peso do agora. O futuro perde nitidez, o passado cobra explicações, e o presente se impõe como um teste silencioso. Sim, o tempo difícil, para além das angústias, ensina-nos a majestosa arte de silenciar… Ele nos afasta do excess…
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Nos momentos difíceis, a vida parece reduzir-se ao peso do agora. O futuro perde nitidez, o passado cobra explicações, e o presente se impõe como um teste silencioso. Sim, o tempo difícil, para além das angústias, ensina-nos a majestosa arte de silenciar… Ele nos afasta do excesso, do ruído, das ilusões de controle. Aos poucos, revela o que é essencial: caráter, constância e coragem discreta. Não a coragem épica dos aplausos, mas a coragem cotidiana de continuar — um dia de cada vez.

Os erros cometidos no passado perpassam a história para além da dor de tê-los vivenciado. É preciso levá-los consigo, ainda que aversa a isso seja a consciência de que se caminha sobre pedras pontiagudas que perduram no coração à medida que decidimos prosseguir e que, por consegu…
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Os erros cometidos no passado perpassam a história para além da dor de tê-los vivenciado. É preciso levá-los consigo, ainda que aversa a isso seja a consciência de que se caminha sobre pedras pontiagudas que perduram no coração à medida que decidimos prosseguir e que, por conseguinte, fere-nos os sentimentos. O amadurecimento não deve, pois, ater-se à tentativa de extirpar o passado da essência com que nos imbuímos enquanto tomávamos decisões que modelariam o nosso rumo; afinal não se utilizam também os tijolos mal cozidos para erguerem-se impérios? constituem a consciência tanto o conhecimento obtido naturalmente através dos anos de sua trajetória quanto aquele forjado na angústia do caos. Assim, é certo que a trajetória da vida há de nos fazer titubear e cair em um dado momento, mas a força com que nos levantamos e a prudência e autoconhecimento que adotamos após a queda agregarão razão à dor — uma vez conhecida a tormenta, luta-se para evitá-la. O lamento é inevitável, mas deve ser mediado pela vontade de prosseguir, de não tornar ao ponto de impotência. Eis o constituinte basilar do enfrentamento de desafios: a consciência de si próprio, ainda que através do sofrimento.

Não te apavores, filho. Escuta-me: Não busques diminuir-te os desafios: Reservei-os-te, sei que estás apto a cumpri-los;
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Não te apavores, filho. Escuta-me: Não busques diminuir-te os desafios: Reservei-os-te, sei que estás apto a cumpri-los; Mesmo que o frio queime, Mesmo que o medo amordace-te os planos, Mesmo que o astro rei se esconda e se eleve a tempestade; Ainda há chamas em teu espírito, Ainda há vida em teu subconsciente, Porque a cada momento renovam-se as chances de reniciar-se, Porque este é o melhor momento: agora! Porque não estás só.

Quem me dera poder voltar no tempo. Te traria do presente as rosas que no passado plantei. Viria o futuro com outros olhos: quem me dera voltar… Voltar aonde meu sorriso e o teu eram tão mais simples. Aonde não havia nada além de conversas juvenis. Quem me dera tê-las de volta.…
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Quem me dera poder voltar no tempo. Te traria do presente as rosas que no passado plantei. Viria o futuro com outros olhos: quem me dera voltar… Voltar aonde meu sorriso e o teu eram tão mais simples. Aonde não havia nada além de conversas juvenis. Quem me dera tê-las de volta. Agora, estamos crescidos. Arde em mim o intrépido desejo: tempo. Quem me dera tê-lo, para assim retroceder. Corre – e corre impiedosamente — das marcas da memória que guardo comigo. Cuido-me para não ficar para trás, rejuvelheço nossa timidez. Ah… como era arrepiante sentir o frio na barriga ao te olhar. Era o princípio dessa história toda que construímos, não vê? Quem tempo me dera? Precisamos, eu e você, do tempo de amar como nunca e viver para sempre.