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Frase de Amanda Agra Azevedo

Silencio por muitas vezes para conter as lágrimas. Então seguro a respiração demoradamente enquanto mentalizo que tudo está bem, mesmo não estando. É uma fuga sim, mas também é uma espécie de mantra pessoal. Ora; se eu não vejo em meu rosto a expressão de dor, talvez um dia eu enfim acredite que não a sinto e tudo se resolva. Vou empurrando com a barriga as frases de revolta, tristeza, ou de sentimentos aleatórios que pendulam aqui dentro como um outdoor iluminado chamando atenção para mim. Acho que eu cansei de falar e cansei de sentir isso. É muito desconfortável respirar pesado, dói os pulmões e consomem a alma. Resolvi juntar tudo e devolver ao remetente, mas não há viabilidade do meu correio interior pra fazer essa entrega. Por fim, juntei todas as dores - fluidas ou não - e guardei em um baú no fundo do meu guarda-roupa coração. Está por transbordar, eu sei. Mas enquanto ele não explode, eu vou sorrindo para o mundo.

Amanda Agra Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Amanda Agra Azevedo

"Gosto do que me rasga a alma e me sacrifica o corpo. O que sou? Uma masoquista insana".
"Viver é chato, frustante e tedioso; e sim, algumas vezes você acaba pensando em desistir de tudo. Mas.. existem momentos, pequenos momentos de felicidade que acontecem e acabam te fazendo submergir à superfície novamente, te resgatando. Então você continua… Por acreditar e mante…
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"Viver é chato, frustante e tedioso; e sim, algumas vezes você acaba pensando em desistir de tudo. Mas.. existem momentos, pequenos momentos de felicidade que acontecem e acabam te fazendo submergir à superfície novamente, te resgatando. Então você continua… Por acreditar e manter a esperança, de que pequenos momentos de felicidade como este, voltem a se repetir".

"Sabe o que sou? Sou o barulho da chuva. A luz no fim do túnel. Sou o relógio as três da manhã. A água da chaleira a resfolegar. Sou o trânsito caótico e congestionado. O jeans usado jogado no fundo do armário. Sou a maré mansa jogando espuma na areia. Sou o orvalho da manhã sobr…
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"Sabe o que sou? Sou o barulho da chuva. A luz no fim do túnel. Sou o relógio as três da manhã. A água da chaleira a resfolegar. Sou o trânsito caótico e congestionado. O jeans usado jogado no fundo do armário. Sou a maré mansa jogando espuma na areia. Sou o orvalho da manhã sobre a folhagem das plantas, a lua cheia escondida entre nuvens durante a chuva. Sou o verão brasileiro e o inverno europeu. Sou a terra que eu piso e o ar que eu respiro. Sou a amante fiel. Sou o esmalte descascando sobre as unhas. Sou um coração. Sou mais um na fila de espera. Sou eu. Sou você. Sou a vida".