Frase de ClaudiaBMCosta
Todo mundo é igual... Se lambe o mel... dispensa o sal... amor incondicional? ilusão de doente mental. Falar a verdade? ilusão de carnaval... todo mundo é igual... tapinha nas costas... E palavra dual!
No pensador.ai desde
Todo mundo é igual... Se lambe o mel... dispensa o sal... amor incondicional? ilusão de doente mental. Falar a verdade? ilusão de carnaval... todo mundo é igual... tapinha nas costas... E palavra dual!
No pensador.ai desde
No fim de tudo... Não me peça que eu não compartilhe contigo... o meu grito de esperança...
No fim de tudo... Não me peça que eu não compartilhe contigo... o meu grito de esperança... não precisa gritar comigo... eu só quero comungar... Sou cão sem dono, sou errado, sou vadio... mas quero os meus lixos catar... Deixe-me falar das coisas que bendigo... deixa eu falar do mar que virá... não precisa falar comigo... eu sei te respeitar... Deixa que o silêncio me conduza... ao esperado encontro comigo... eu quero muito este lugar... Silencia comigo... no fim do tudo... o amor pode... triunfar!
Para a sopá de fubá... Ei? Mama?
Para a sopá de fubá... Ei? Mama? Manheeeeeeeee? Tu sabes? Volto ao ventre de tua casa, e entre a pulsação de tuas mãos deleito-me no teu calor. Teu calor afável. Não queria ir, lá fora faz um frio! Cuida da tua cria, me recria, mal criada que sou! Quero ser criança, menina flor. Me dá meu valor, e eu, te acompanho onde for. Ah! Tava esquecendo... Faz aquela sopinha de fubá com ovo caipira, aquela que me pira, me transpira, eu adoro aquela cor!!!
ninho... Ouço ao longe o cantar dos passarinhos, eu ali no meu ninho, sorrio ante a orquestra sinfonica dos pequenos voadores, Descontraio a casca, que cumpre as ordens do relógio e permeneço imovel.
ninho... Ouço ao longe o cantar dos passarinhos, eu ali no meu ninho, sorrio ante a orquestra sinfonica dos pequenos voadores, Descontraio a casca, que cumpre as ordens do relógio e permeneço imovel. Quisera eu poder voar, trocar de ninho e nunca mais voltar.
Vou-me... entrego as armas, as coloco no chão.
Vou-me... entrego as armas, as coloco no chão. Faço as malas, entro no prumo... Rendo-me ao descontrole, aquele que certamente me salvará. Deixo neste instante a mentira de que sou... algo que nem sei oque é. MInha identidade já perdi nem sei quantas vezes... no correio não está. Vou-me, sair dos becos escuros, lá não eu não quero mais flanar Se alguém ainda acredita, com isso não posso importar. Vou buscar tudo oque me foi dado, e que eu não pude cuidar assim minhas digitais finalmente encontrar!