Pular para o conteúdo

Frase de luciano martinss

imples assim No planeta água nasce um ser, Ponto de luz lágrimas e comoção. Ao lado, seres da mesma tribo. A vida se apresenta de forma visual Uma tanto amado e desejado, querido. Perspectivas de um grande futuro, sonhos; médico? engenheiro? talvez. Primeiros passos são sempre os mais difíceis; tombos, sangue lágrimas. Os genitores acompanham o desenvolvimento, momento de comparações, semelhanças. Palavras ainda não são formadas um som de choro e constante pelas madrugadas. Na tentativa de agradar os pais se assemelham; brincam e até choram, momentos inesquecíveis únicos e verdadeiros Os primeiros passos o levam a lugares; um canto da sala, atrás do sofá coisas novas, agora ele pode ir se quiser e voltar quando se cansar. Alimentar e preciso um chazinho da vovó, um leite quente materno, algumas carinhos e um bom sono. Um dia se veste de azul, outro de amarelo, olha só Bebê que lindo este chinelo Tudo parece um mundo encantado com luzes, cores, e cheiro, um príncipe ou princesa no centro das atenções, encantos e fortes emoções ser pai ser mãe, ser humano

luciano martinss

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de luciano martinss

Imagine que os seres humanos fossem melhores que a pobreza se findasse e que a paz reinasse. Imagine que a constituição familiar se solidificasse e que não houvesse mais separações, queria ver presídios vazios,
Continuar lendo

Imagine que os seres humanos fossem melhores que a pobreza se findasse e que a paz reinasse. Imagine que a constituição familiar se solidificasse e que não houvesse mais separações, queria ver presídios vazios, cadeiras de faculdades cheias. Imagine que o mundo não mais girasse em torno do cruel dinheiro, que os sorrisos fossem verdadeiros, e que não mais seriamos julgados por aquilo que temos Queira, sonhar, imaginar

Numa casa simples a beira daquela estrada empoeirada, de mãos calejadas tão desgastadas
Continuar lendo

Numa casa simples a beira daquela estrada empoeirada, de mãos calejadas tão desgastadas pelo cabo da foice e da enxada. Não havia tristeza nos olhares, não havia dinheiro no banco, não havia falta de esperança pois sempre era que se expressava no canto Ao lado do fogão de barro se fazia belos pratos ao cheiro da lenha queimada, no calor quase que insuportável mas isso não era nada se comparado ao que resultaria aquele caldo Armários na parede não tinha, a estante era uma mesa mal montada, na companhia de radio se ouvia lindas canções na alvorada A luz de lamparina se via olhares enrugados um tanto desgastados pelos tempo e verdade mas cheios de dignidade Famílias se reuniam sobre tamboretes que não eram tão confortáveis assim contudo feliz daqueles que tinham, a geladeira era uma lata de carnes mas nem por isso não tínhamos razões para ser feliz Numa venda lá nos confins se comprava com alegria como se tivesse muito dinheiro, em bolsos ver por outras furados e verdade. Passarinhos cantavam ao entardecer, e pela madrugada o galo despertava pra um novo dia uma nova jornada Carros que nada era na base da cavalgada, crianças e jovens a senhoras e anciãos, no lombo do boi se andava pelo deserto daquele alazão. A cidade era longe que la de casa não via nada, os foguetes nas temporadas de festa enfeitavam as madrugadas. Hoje e tão diferente que agente não consegue esquecer aquele tempo O que saudades da casa de barro e de sorrisos fáceis que me sinto triste por um momento.