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Frase de Jamis Gomes Jr.

⁠ As baldeações de Magé Dizem que o saudosismo é algo triste, chato ou “coisa de gente velha”, porém nem sempre as coisas são como pensam. Digo isto, pois, muitos consideram estes sintomas derivados do tal saudosismo e talvez isso soe mais como uma nostalgia – o que não é exatamente igual, ambos podem se encontrar, contudo, não seguem sempre a mesma “linha”. Talvez a cidade de Magé possua uma conexão entre ambas as palavras e muitos já devem ter ouvido histórias sobre este local, no entanto, existe um aglomerado de pessoas neste município que não conhecem as grandezas dos distritos e caso conheça provavelmente ouviram dos familiares ou foram obrigados a estudar para um concurso público. (risos) Pois bem, Magé já foi muito importante no Brasil e isto vem com muito pioneirismo da primeira estrada de ferro carinhosamente batizada de “A baronesa” cujo qual está conservada em Petrópolis – o que acho um absurdo, pois pertence à Magé, mas dizer o quê quando não se têm os mesmos recursos ou, infelizmente, governantes reais para fazê-lo. Havia a produção de cana de açúcar, mandioca, milho, café, pólvora, tecidos e rendas – a maioria teve seu valor tanto no país quanto na América do Sul! -, mas como pode-se ver, Magé já não é uma grande referência industrial e muito menos cidade turística. (Percebe a conexão entre saudosismo e nostalgia?) (risos) Bom, sabe aquelas conversas entre família no final de semana que remetem ao passado? Já ouvi tantas que fui atrás da veracidade dos contos e Magé é tão turística quanto Petrópolis ou outra cidade da região. Houve um tempo não muito distante onde o Carnaval era tão popular que tinha desfile entre escolas de samba da região e estimava-se mais ou menos vinte mil pessoas por noite misturados entre expectadores e foliões! Isso sem contar os outros festivais, eventos e exposições que paravam ruas, no entanto, é inegável que Magé sempre teve seus altos e baixos – mesmo tendo fé, santos e o “anjo das pernas tortas” – porém, não vem fazendo um bom proveito das riquezas desse município e está mais em baixa do que em alta. Embora ao falarmos sobre Magé, automaticamente, cria-se uma “baldeação” entre saudosismo e nostalgia, o município tem salvação e potêncial, consequentemente, não há a necessidade de se manter na nostalgia, pois, há tantos meios de reerguer a cidade... como: recuperação dos pontos históricos, construção de museus sobre a cidade e o Garrincha – por favor, há dê-se exaltá-lo, né? – e claro sem esquecer do básico! Por vezes penso em como seria Magé a todo vapor, sabe? Uma cidade turística e industrial... Talvez, um dia, possamos ampliar essa “estrada” que chamamos de Magé e enfim sair das estações do saudosismo e nostalgia – especialmente a da nostalgia - fazendo a baldeação para uma nova estação que a torne uma cidade melhor. Parabéns e viva Magé!! #Magé453anos 06/06/2018.

Jamis Gomes Jr.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jamis Gomes Jr.

Lacradores da lacração “Lacrou”, que é uma gíria popular recente usada por brasileiros, pode ser interpretada como “arrasou” ou “você disse tudo” e expressa bem qual é a “onda” hoje – ser o centro das atenções. A maioria quer ser o centro da atenção. Em um mundo onde a internet…
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Lacradores da lacração “Lacrou”, que é uma gíria popular recente usada por brasileiros, pode ser interpretada como “arrasou” ou “você disse tudo” e expressa bem qual é a “onda” hoje – ser o centro das atenções. A maioria quer ser o centro da atenção. Em um mundo onde a internet reina disparadamente desde sua ascensão os que não se importam perdem espaço, pois a propaganda/publicidade é o que importa hoje. Quem “lacra” aparece e o mesmo faz publicidade, não necessariamente nesta ordem, mas é um dos meios. Como dito antes “arrasou”, “você disse tudo”, entre outros, faz-se entender que todo esse mecanismo não vem de hoje, ou seja, “lacrar” é só mais um “update” dos demais modos de dizer “arrasou”, etc. Cada artista/figura pública, em suas respectivas áreas, tem ou teve uma maneira de fazê-lo. A diferença é que por vezes esta gíria é associada a uma maneira fútil de querer aparecer nos dias de hoje, diferentemente no passado onde era utilizada para especificar algo feito por um bem maior ou pelo menos expressar algo significativo/interessante. O ódio gratuito proporcionado pela internet é parte fundamental disso, mas não é necessário odiar a internet e muito menos a gíria, pois ela é só mais uma no vasto cardápio português coloquial. Portanto, não odeiem a “lacração”, apenas ignorem os usuários, pois com o tempo terão pensamentos laçados e ações lacradas.

Por quê, futebol? Hoje aconteceu algo não tão peculiar – o quê não deixa de ser triste – , Messi e Cristiano Ronaldo, dois dos maiores jogadores de futebol da história, foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018 – no mesmo dia! Sem tempo nem pudor os deuses d…
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Por quê, futebol? Hoje aconteceu algo não tão peculiar – o quê não deixa de ser triste – , Messi e Cristiano Ronaldo, dois dos maiores jogadores de futebol da história, foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018 – no mesmo dia! Sem tempo nem pudor os deuses do futebol tiraram de ambos a oportunidade de seguir sonhando com, possivelmente, o título mais desejado ou então o quê os falta. Porém, futebol é assim. É amor e ódio. Amamos quando ganham ou escrevem lindas histórias dentro de campo e odiamos quando perdem. (Um ódio talvez mais voltado para a frustração/tristeza). Contudo, é na tristeza que aprendemos algo novo ou relembramos algo velho, algo importante, e hoje tanto Uruguai quanto França nos lembraram que o coletivo faz tanta diferença quanto o individual, pois essa foi a chave de ambas as vitórias. Sendo assim, vou-me indo, pois depois do ódio vem a dor e após este fatídico dia, dela estou cheio. (Escrito em: 30/06/18).

A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal…
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A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal coisa que ele, o jovem, ainda não havia experimentado. O que pensava eu ser um ato de imoralidade, não se chateiem comigo, mas ser escravo do amor parece algo doloroso! Perguntava-me: “Por quê buscarei a dor de algum amor rejeitado para escrever um bonito parágrafo?” isso não fazia sentido, mas esta pergunta apenas surgiu em minha mente, pois tenho uma mania peculiar – que acredito não ser o único – de procurar semelhanças entre os personagens dos filmes e eu. Após o professor dizer ao jovem o que faltava-lhe, essa pergunta surgiu. O que até então achava fielmente ser estupidez, mas com um tempo percebi que isto não é uma falácia. Pois, na real há de sofrer-se para conquistar algo desejado. Tudo que almejamos, se for de real valor – não digo só financeiramente, mas também sentimentalmente –, trará dor. Em algum momento iremos sofrer, mas não é em vão e sim por algo maior... nossa felicidade, nossa liberdade! Algumas das pessoas mais acarinhadas ou reconhecidas tiveram que sofrer para então escrever seus “textos” e ,assim, somos agraciados por obras memoráveis seja no esporte, literatura, música ou arte. Sendo assim, é possível perceber que dor esta interligada não apenas em fazer um bom texto, mas realizar um sonho, ser feliz, enfim, esta ligada a vida! Já dizia o exagerado Cazuza – que soube viver como ninguém – na época de Barão Vermelho em “Sorte e Azar”: “Tudo é questão de obedecer ao instinto que o coração ensina a ter, correr o risco, apostar num sonho de amor, o resto é sorte e azar”.

O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os person…
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O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os personagens. Assim como ao assistir um filme de luta nos sentimos eufóricos e tentados a praticar um(a) esporte/luta, em filmes variados sinto emoções específicas. Assistir como o Ray Kroc expandiu a marca "McDonald's" me fez ficar em estado de utopia. Isto é, a maneira como ele conquistou o sonho não foi das melhores, porém permanece um feito e tanto. Um homem inclinado a conquistar o sonho americano custe o que custar e que embora os contras, há prós bem significativos. A derrota nunca foi um oponente páreo em sua vida, embora obtivesse diversas, e a "fome de poder" o sucumbiu a ponto de nem caber em si próprio, porém ele realizou o objetivo! Nunca desistiu apesar de inúmeros projetos fracassados e sempre alimentou sua mente com pensamentos positivos, pensamentos como este: "É fácil ter princípios quando se é rico. O valor está em ter princípios quando se é pobre." Portanto, o filme mostra, apesar das linhas tortas, que é preciso aproveitar os ingredientes da vida, digo oportunidades, e desistir não é uma opção - pelo menos não a ideal -, então, qual é o tamanho da sua fome?