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Outras frases de Gregorio de Moraes

Bem vindo as mais baixas regiões da alma
Rodoviária da Solidão O tempo não para Não espera e não perdoa
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Rodoviária da Solidão O tempo não para Não espera e não perdoa Na rodoviária da solidão Ninguém se conhece. São roupas sem rosto A caminhada dura e certa A plataforma decide o seu destino Olho para todas elas, mas não sou visto Sinto-me invisível diante das centenas Às vezes tento me aproximar do desconhecido Mas a voz que possuo talvez não seja tão harmoniosa Como a do artista que o fone grita Fazendo dela ,a musica ambiente. Calando passos e pássaros O tempo não para Não espera e não perdoa Na rodoviária da solidão Cada um tem seu rumo, sua vida E a plataforma apenas diz foi um prazer não ter- te conhecido

Memorias Na memória, guardo o que eu não falo pra ninguém Histórias, medos, o que eu penso e esqueço
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Memorias Na memória, guardo o que eu não falo pra ninguém Histórias, medos, o que eu penso e esqueço Nada nunca se vai, como o tudo, nunca se acaba Eu guardo tudo que você pensa que não tem valor A câmera que eu registro, não revela em papel O Álbum pode durar até onde a memória aguentar O tanto que se recolhe é deixado para trás em vida, sou o ladrão das memórias de meu Pai Que em sua pele não mais habita. Gostaria de saber, onde as memórias São guardadas, Enterradas e esquecidas