Frase de Antonio Ramos da Silva
Solitária janela Aquartelei minha alma a eternidade. Escrevi o amor nas arestas do coração. Em perene partida semeei o adeus num pedaço de chão. Ah! Quanta saudade. Olho para trás aquela solitária janela. Triste e abandonada. Espelho das horas quietas. Lenta a vida carrega. Acendo o tênue pavio em espera. Trafega, navega nos meus desertos e mares. De carona na vida ilha-me os sentimentos tragados.
No pensador.ai desde