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Frase de César Kaab Abdul

Quantos Hitlers nesse hit ? (licença poética) Os palácios de ouro, suor do infinit’, Enquanto a fome morde o grão proibit, Sangue no contrato, cláusula maldit, O poder? Um veneno lentamente sorvit. Eles assinam paz com tinta de conflit, Sob o holofote, sorriso de granit, Mas nos porões do mundo, ecoa o grit’: Quantos corpos cabem no vosso édit ? O discurso é um véu, tecido do mentit, A verdade? Afogada no rio do omit, Enquanto o fogo consome o último refúgit, O jogo sujo do poder não tem pudit! Guerras por petróleo, o mapa se reescrevit, O planeta arde, e o tratado? Adiit ... São réplicas do mal, em traje de gala vestit. Oh, farsa infinita! O mesmo script maldit, O mesmo olhar de águia sobre o abit, A mesma semente do caos, germinadit ... Se minha licença poética te agride, Sai da frente porque não tenho limít ! Trumpit no palco, discurso de ódiit, Satanyarrit esfregando o cetro maldit, Bolsonarrit? Sangue no chão, legitimit ... Todos farinha do mesmo saco podrit ! Olha o jantar dos senhores do conflit: Cada migalha, um país em colapit, Cada sorriso, um tratado corrompit, Cada aperto de mão, um povo sugadit ! Não me venham com bandeira de unit, É fogo no morro, grana no refugit, É o planeta gritando: "Basta, maldit! Enquanto assinam leis pra proteger o ilícit ! São frutos da mesma árvore do infindit, Cópias do horror, só que em design revisit, Máscaras de chumbo sobre o mesmo grit’: Mais quantos Hitlers nesse mesmíssimo hit?

César Kaab Abdul

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Pensador.com

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Outras frases de César Kaab Abdul

A ignorância que se recusa aos fatos não é falta de conhecimento, mas um tumor da razão que corrói a verdade e sepulta a própria humanidade em sua arrogância.
⁠"Pertencimento" Já não pertenço às esquinas e esquivas que as ruas do mundo e seu tempo propõe Eu sigo só, sigo sozinho entre meus devaneios jogando pra escanteio todo anseio de um antigo ter pra ser
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⁠"Pertencimento" Já não pertenço às esquinas e esquivas que as ruas do mundo e seu tempo propõe Eu sigo só, sigo sozinho entre meus devaneios jogando pra escanteio todo anseio de um antigo ter pra ser Já não pertenço aos olhares dos holofotes que quando se apagam a escuridão é total e solitária para o corpo e a alma e o desvanecimento da vaidade dá o tom do seu real significado revelando-se como um monstro imenso e insaciável, de valores supérfluos Andei tanto, tanto, percorri milhares de trilhas, subi e desci tantas montanhas, me perdi inúmeras vezes, e aos poucos fui me encontrando e me perdendo no que era antes de pertencer Não pertenço mais a lugares, coisas, causas, cores... estou em busca desse eu desconhecido que no entorno do tempo ainda pulsa distante mas inquieto Tornei-me silêncio ininterrupto, continuo no monólogo discreto, eficaz e oportuno, minha maravilha é o dia que entra na noite e a noite que entra no dia, a chuva que cai e o sol que brilha, estou na busca de entender a que mundo eu realmente pertenço.