Frase de Nayara Almeida
Tô indo lá pra fora Brincar de peteca, bater uma bola Tô indo pra escola Desenhar, colar figura, pintar Quero é me lambuzar de tinta, de cola Sem hora pra voltar Sem compromissos agora Tô largando essa exploração Tô indo atrás de educação, diversão Jogar, correr, nadar, girar Esse é O MEU TEMPO Vou ficar tonta de tanto rodar Tirar um dia todinho só pra sonhar Ó, Deus, venha cá Tira-me desse sufoco Arranca-me desse sofrimento Esse que me rouba o argumento Me toma pra bem longe O mais distante dessa dor Essa que me separa da alegria, do amor Quem me dera poder escolher O que eu devo abandonar O que eu devo acolher Mas quem decide é a “dona vida” O que posso fazer? Ô, vida, venha cá Vamos prosear Deixa-me trocar? Te dou toda essa trabalheira Em troca, só quero uma lapiseira Tô indo lá sonhar Tô fardada de só ouvir Cansei de só aceitar To indo lá, tá? To indo lá brincar de boneca com a Leléca Na volta, passo na biblioteca Só pra encontrar meu grande amor Aquele que não desgruda de mim E eu não largo dele de jeito nenhum Nada é tão forte para nos separar Podem tirar-me tudo Mas dele nada pode me apartar Quando me relacionei com ele pela primeira vez Xi, “já era”, fixou que nem cimento Adeus Dona, tô indo embora Casei-me com o conhecimento.
No pensador.ai desde