Frase de Ivan Madeira
Em um mundo onde impera a intolerância racial, religiosa e econômica, cada vez mais prefiro adimirar o belo desenho do seu capacete, a diversidade no ronco dos nossos motores e a forma harmônica que dividimos a beleza das estradas. É quando esquecemos a cor da nossa pele, acreditamos no mesmo Ser divino e dividimos a gasolina que permite viajarmos juntos. Prefiro o zuar do vento, que é igual para todos mesmo em intensidade diferente que o choro solitario dos desvalidos, chicoteados pela ignorância humana. Prometo, em cada parada, apertar a manete da minha moto, como um grito de repúdio a teu sofrimento. Fique bem, Irmão! Ivan Madeira
No pensador.ai desde