Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
O FIM (soneto) Talvez queria, quando tive. Mas quis Que, este amor fosse tão duradouro Entre o prólogo e o ponto... ser Feliz! Um infinito e cintilante belo tesouro E na rima aflita de poemas vindouro Só me restam, as lágrimas e cicatriz De um dia apaixonado e vivedouro Sonho. Agora na magia, canto infeliz! Tu, fado sagrado! Vós também, ilusões Sangram em sofrimentos, íeis por mim Como uma traquinice nas vis sensações E, o meu amor, assim, em tom marfim Vi que o olhar passou a ter decepções E nas tuas sombras, razões para o fim. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 21/02/2020, 05’32” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde